Culturas Visuais Digitais

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Candidate-se 
  • Produção multimédia; documentarismo e etnografia audiovisual.
  • Etnografia do mundo digital
  • A pós-graduação articula-se com o Mestrado em Antropologia permitindo a transferência de créditos.
Testemunhos de alumni
Fernando Morais
O curso, com a sua componente teórica e prática, permitiu-me desenvolver competências no âmbito da Antropologia Visual, pela qual tenho particular interesse. Da experiência adquirida nas aulas de laboratório e com a realização do meu projeto final (o documentário Histórias que a música nos conta), foi-me possível organizar, posteriormente, ateliês de cinema para jovens, num dos bairros dos subúrbios da cidade de Lisboa. Estes ateliês funcionaram como estratégia de aproximação à comunidade que constitui, atualmente, o meu terreno de pesquisa para o Mestrado em Antropologia do ISCTE-IUL. O que me permite também, de certa forma, dar continuidade a uma atividade iniciada na Pós-graduação, em que procuro conjugar a etnografia com o meu gosto pelo cinema.
Joana Galhardas
Ao longo da minha formação em Antropologia fui sentindo que gostaria de aprofundar competências na área da antropologia visual. Após a conclusão da licenciatura, procurei um curso que me permitisse desenvolver um projeto criativo utilizando diversas tecnologias audiovisuais digitais, isto é, um curso que para além da componente de formação teórica oferecesse também uma sólida componente de formação prática. A pós-graduação em Culturas Visuais Digitais deu-me essa oportunidade: a de desenvolver um projeto criativo audiovisual que comunicasse saber antropológico. Ao ingressar nesta pós-graduação, não contei apenas com o apoio de docentes e convidados especializados nas diversas áreas, também foi colocado à disposição um Laboratório de Imagem, dotado de tecnologias de captação e edição de imagem e som, para que desenvolvesse o meu projeto. No fim do curso pude apresentar o projeto que desenvolvi durante esse ano letivo: uma curta-metragem documental, Escrito na Pedra, selecionada para a secção Verdes Anos do Festival de Cinema Doclisboa’13. A pós-graduação em Culturas Visuais Digitais abriu, sem dúvida, novos horizontes e perspectivas de futuro.
Catarina Laranjeiro
A pós-graduação em Culturas Visuais Digitais permitiu-me a junção de áreas onde tenho vindo a trabalhar: intervenção social e imagem. A problematização da relação entre a cultura e a imagem nas suas diversas vertentes, abriu horizontes para as minhas actividades profissionais futuras, ao ponto de ter decido frequentar o Mestrado de Antropologia Visual e dos Media na Universidade Livre de Berlim.
Guadalupe Carvalho
Após ter concluído a minha licenciatura em Antropologia sabia bem que queria prosseguir os meus estudos na mesma área. Quando soube da existência desta pós-graduação inscrevi-me logo pois pensei que era algo que gostava seguir, interligar duas temáticas que eu tanto gosto: antropologia e cinema. Além disso foi uma forma de continuar a fazer antropologia numa vertente mais prática. Posso dizer que não estou arrependida e que muito aprendi no curso de Culturas Visuais Digitais.
Teresa Petrini
Nesta pós-graduação, desenvolvi competências relacionadas com pesquisa etnográfica sobre meios de comunicação contemporâneos, tais como redes sociais virtuais (Facebook, Flickr, Twitter), sites de partilha de imagem, plataformas interactivas, performance, novo cinema, vídeo, etc., tendo explorado também o papel social e político destes meios. A componente de introdução à prática de realização de vídeo e edição de som e imagem contribuiu para a aquisição de competências em pesquisa etnográfica com recurso a meios de comunicação digitais. A reflexão e a problematização do uso destes meios para compreender o universo social foi simultaneamente debatido no decorrer deste curso. Permitiu-me também perceber a utilização e otimização das tecnologias com vista à comunicação do conhecimento antropológico. Como projeto final desta pós-graduação, em parceria com um colega de curso, realizei um documentário em vídeo intitulado De Castro Daire a Marvila - Migrações, Memórias do Trabalho e Experiência do Território sobre a comunidade migrante, oriunda da região de Castro Daire, que nas décadas de 60, 70 e 80 do século XX, escolheu Lisboa e a freguesia de Marvila como destino para viver e trabalhar.
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