Iscte Sintra


O que é o Iscte-Sintra?

É a nova faculdade do Iscte, dedicada ao ensino e investigação em Tecnologias Digitais, Economia e Sociedade, localizada na vila de Sintra.

O Iscte-Sintra entrará em funcionamento em Setembro de 2022 com uma vasta oferta de cursos de licenciatura em tecnologias digitais aplicadas, um curso de Matemática Aplicada às Tecnologias Digitais e outro em Política, Economia e Sociedade.

 

Que licenciaturas vão abrir em Sintra?

Em setembro de 2022, no Iscte-Sintra vão abrir 8 licenciaturas:


Todos estes cursos são novos – no Iscte e em Portugal – e estão acreditados pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Outros cursos, como o de Robótica (já acreditado) e os de Tecnologias Digitais e Construção e de Tecnologias Digitais, Cultura e Património, estão em processo de reformulação. Muito em breve, daremos notícias sobre a sua abertura.


Quais as saídas profissionais destes cursos?

As tecnologias digitais estão a transformar todas as esferas da economia e da sociedade. Os diplomados do Iscte-Sintra serão os profissionais que vão apoiar as empresas e as entidades públicas, em Portugal e no estrangeiro, neste processo de transformação.

Sendo as tecnologias digitais de aplicação transversal, os profissionais com competências nestas áreas têm oportunidades de emprego em áreas tão diversas como: os serviços tecnológicos, o setor financeiro, a administração pública, a cultura, a saúde, o ensino, as telecomunicações, a energia, a indústria transformadora, o comércio, o turismo, entre outros.

 

Qual a empregabilidade destes cursos?

De forma geral, os cursos do Iscte têm elevados níveis de empregabilidade, sendo esse um dos factores pelos quais é a universidade pública portuguesa com maior índice de força (candidatos em 1ª opção/número de vagas).

Quanto aos cursos do Iscte-Sintra, acresce o facto de se focarem em áreas emergentes do conhecimento, onde existe grande procura de competências por parte dos empregadores, sendo a oferta de formação superior ainda escassa.

Os currículos das licenciaturas do Iscte-Sintra foram concebidos em articulação com empregadores privados e públicos, reforçando assim a adequação dos conteúdos e dos métodos pedagógicos às necessidades identificadas no mercado de trabalho.

 

Sintra



Quais as provas de acesso?

Em todas as licenciaturas os alunos podem optar por se candidatar só com a nota da prova obrigatória (Matemática A ou Português, conforme o caso) ou com a média entre essa e outra prova. Assim:

 

Licenciaturas

Provas de acesso

Licenciatura em Tecnologias Digitais e Segurança

Licenciatura em Desenvolvimento de Software e Aplicações

Licenciatura em Tecnologias Digitais e Inteligência Artificial


Matemática A (19)

OU

Matemática A (19) e Física e Química (07)

OU

Matemática A (19) e Português (18)


Licenciatura em Matemática Aplicada à Transformação Digital

Matemática A (19)

OU

Matemática A (19) e Biologia e Geologia (02)

OU

Matemática A (19) e Português (18)


Licenciatura em Tecnologias Digitais e Gestão

Licenciatura em Tecnologias Digitais e Automação



Matemática A (19)

OU

Matemática A (19) e Economia (04)

OU

Matemática A (19) e Português (18)


Licenciatura em Tecnologias Digitais e Saúde

Matemática A (19)

OU

Matemática A (19) e Biologia e Geologia (02)

OU

Matemática A (19) e Português (18)


Licenciatura em Tecnologias Digitais Educativas



Português (18)

OU

Português (18) e História (11)

OU

Português (18) e Hist. da Cultura e Artes (12)


Licenciatura em Política, Economia e Sociedade

Matemática A (19)

OU

Matemática A (19) e Economia (04)

OU

Matemática Aplicada às Ciências Sociais (17) e Português (18)

 

Os candidatos com a prova de ingresso em Matemática A (19) ou Matemática (16) também poderão candidatar-se para o conjunto Matemática Aplicada às Ciências Sociais (17) e Português (18)


Qual a ponderação das provas de acesso?

As provas de acesso têm um peso de 40% no cálculo da nota de candidatura aos cursos do Iscte-Sintra (os restantes 60% resultam da classificação final do ensino secundário).

 

Quais as médias de entrada?

A média de entrada do último candidato admitido a cada curso depende da procura registada em cada ano. Sendo a primeira vez que os cursos do Iscte-Sintra são oferecidos, não é possível antecipar com certeza qual será esse valor.

Com base em inquéritos já realizados a alunos do 12º ano e na experiência das primeiras edições de cursos semelhantes oferecidos pelo Iscte, espera-se que a média de entrada do último candidato admitido aos cursos do Iscte-Sintra varie, de forma geral, entre 14 e 17 valores.

 

Quantas vagas vão abrir?

No Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior de 2022/2023 serão colocadas a concurso 20 vagas em cada licenciatura do Iscte-Sintra.

 

Há vagas para cursos profissionais e para maiores de 23 anos?

Todos as licenciaturas do Iscte, incluindo as do Iscte-Sintra, preveem quatro vagas para alunos dos cursos profissionais e um número variável de vagas para alunos com mais de 23 anos.

As condições de acesso para estes casos são especiais podem ser preenchidas através da frequência e aprovação em cursos especiais de acesso (cursos preparatórios) ou através da realização de provas específicas. Para mais informações, consultar o site do Iscte.


Sintra

 

Onde vai funcionar o Iscte-Sintra?

As instalações do Iscte-Sintra localizam-se numa zona central da vila de Sintra (Avenida Heliodoro Salgado), junto à Biblioteca Municipal e muito próximo do Centro Cultural Olga Cadaval.


É fácil chegar ao Iscte-Sintra?

As instalações do Iscte-Sintra ficam a 7 minutos a pé das estações de comboio de Sintra e da Portela de Sintra, com ligações frequentes às várias localizações do concelho, ao centro de Lisboa e às linhas do Sul, do Norte e do Oeste.

Sintra tem também boas ligações para quem se desloca de automóvel a partir de diversas localidades (cerca de 30 minutos ou menos de Lisboa, Almada, Cascais, Oeiras, Mafra e Vila Franca de Xira). Existem três grandes parques de estacionamento junto à Estação de Comboios da Portela de Sintra.

 

Há residências para estudantes em Sintra?

Serão disponibilizados 40 lugares de residência universitária para estudantes do Iscte-Sintra, a preços reduzidos, na Pousada de Jovens de Sintra (recentemente inaugurada).

 

O Iscte-Sintra tem espaços de estudo e biblioteca?

As instalações do Iscte-Sintra têm espaços dedicados ao trabalho em grupo e ao estudo individual. Foi estabelecido um acordo com a Biblioteca Municipal (que fica junto à universidade), que permitirá aos alunos do Iscte-Sintra utilizarem as instalações e os serviços da biblioteca, incluindo a requisição de livros de estudo.

 

Estão previstas bolsas de estudo para os alunos do Iscte-Sintra?

Serão concedidas 50 bolsas de estudo de apoio social e de mérito aos alunos do Iscte-Sintra, distribuídas em função das necessidades e do desempenho.

 

Qual o valor das propinas?

O valor da propina é estabelecido anualmente para todos os cursos do Iscte. O valor atual é de 697 euros por ano.

 

As licenciaturas do Iscte-Sintra preveem estágios curriculares?

Os currículos dos cursos não incluem estágios obrigatórios. No entanto, prevê-se que os alunos possam realizar estágios no último ano da licenciatura ou logo após a sua conclusão, ao abrigo de protocolos estabelecidos entre o Iscte e um conjunto alargado de empresas e outras instituições parceiras do Iscte-Sintra. Ao longo do curso, os alunos desenvolverão projetos em conjunto com empresas e instituições públicas parceiras.

 

É possível estudar e trabalhar ao mesmo tempo?

As licenciaturas do Iscte-Sintra funcionam em regime diurno. As aulas de cada curso decorrem em metade do dia (manhã ou tarde), prevendo-se que uma parte importante do estudo se realize de forma autónoma, com apoio dos docentes. A compatibilidade entre os estudos e o exercício de uma profissão é possível dentro destas restrições.

 

Os alunos têm a possibilidade de participar em projetos com os professores ao longo do curso?

O Iscte-Sintra incentivará o envolvimento dos alunos, desde o primeiro ano das licenciaturas,  em atividades de investigação, intervenção comunitária e prestação de serviços conduzidas pelos docentes.


Sintra



O que fazer em Sintra (para além de estudar): 

Caminhadas 

Cicloturismo 

BTT 

Praia, surf e bodyboard 

Cascatas e Miradouros 

Roteiros 

Parques e Jardins 

Museus  

1ª Escola de Verão em Tecnologias Digitais em Sintra

A 1ª Escola de Verão em Tecnologias Digitais, organizada pelo Iscte-Sintra, é dirigida a alunos do ensino secundário de todas as áreas de formação.

A Escola de Verão decorre entre os dias 18 e 22 de julho no centro da vila de Sintra.

Durante cinco dias os participantes irão:

  • aprender com os docentes do Iscte-Sintra sobre programação de software, inteligência artificial, cibersegurança e aplicação das tecnologias digitais a áreas como a gestão, a saúde e a educação;
  • desenvolver casos práticos de programação de jogos, inteligência artificial, hacking e produção de conteúdos multimédia;
  • apresentar e debater com especialistas os trabalhos desenvolvidos durante a semana;
  • conhecer as oportunidades de emprego nestas áreas, contactando com empregadores;
  • conhecer alguns dos locais mais maravilhosos da serra de Sintra em dois passeios guiados.


Programa


Inscrições

Podes fazer a tua pré-inscrição de forma gratuita aqui até ao dia 15 de junho. Após essa data, contactamos-te para finalizares a tua inscrição.

Custos de inscrição

Preço geral: 50€ Preço reduzido (para beneficiários do Escalão A ou B de ASE): 10€.

Transportes

As instalações onde vai decorrer a Escola de Verão localizam-se no centro de Sintra, a poucos minutos da estação de comboios (com ligações frequentes à Linha de Sintra, ao centro de Lisboa e às linhas do Sul, Norte e Oeste).

Ligações de autocarro: números 417, 418, 448, 467.

Refeições

Nos cinco dias da Escola de Verão, os almoços dos participantes são assegurados pela organização.

Alojamento

Quem mora fora do concelho de Sintra poderá ficar na Pousada de Jovens de Sintra, que tem camas reservadas para os participantes da Escola de Verão.



Oradores no Debate “Oportunidades de emprego nas tecnologias digitais”, 20 Julho, 16h30-17h30

 

André Marquet é licenciado em Engenharia em Telecomunicações e mestre em Ciências da Computação, pelo Iscte. É consultor de produto, empresário, orador e inventor. Foi um dos fundadores da Beta-i e da Productized.  Criou a comunidade de inovação Productized, e um dos maiores eventos de pensamento de produtos na Europa. Coordenador do primeiro programa de Gestãode Produtos da Católica Business School, e no IST+. Coordena a unidade experimentação de produtos digitais na Cofidis Portugal

Fernando Moreira é licenciado em Engº Electrotécnica, e mestre em Engª Electrotécnica e de Computadores, ambos pelo Técnico em Lisboa. Foi docente de várias disciplinas de Electrónica no Técnico. Foi investigador do INESC em diversas áreas de microelectrónica, participando em diversos projectos de I&D+i nacionais e europeus. É Presidente do Conselho de Administração do INOV desde a sua fundação. Fundou e é Presidente do Conselho de Administração da empresa TECMIC – Tecnologias de Microelectrónica, SA. Fundou a XSEALENCE – Sea Technologies, SA (www.xsealence.com), onde é CEO.Tem outros cargos de gestão em diversas empresas do grupo TRAILTEC. Os seus interesses profissionais atuais dividem-se entre a gestão empresarial e a gestão da inovação.

Miguel Capelão é fundador e administrador da multinacional portuguesa PHC Software, empresa de referência em software de gestão e distinguida pelas suas boas práticas de gestão, tendo sido considerada em 2021 a empresa mais feliz em Portugal e a melhor PME para trabalhar. Miguel possui uma vasta experiência no setor de TI, em particular na transição digital das empresas e dos novos desafios que os negócios enfrentam. O autodesenvolvimento por meio da atenção plena e da autoconsciência tem sido um dos seus focos de trabalho interno para crescimento dos colaboradores da PHC, desenvolvendo formações e mentoria em áreas como a felicidade, otimismo, confiança e autenticidade.

  

Orador na Sessão “Engage! How humanitarian organizations are spurring innovation in AI”, 22 Julho, 15h00-16h00

 

Michael Tjalve has worked over 20 years in the field of artificial intelligence and international collaboration. As Director of Innovation on the Tech for Social Impact team in Microsoft Philanthropies, Michael works with nonprofits and humanitarian organizations around the world on building technology solutions that help them amplify their impact and address some of today's biggest societal challenges. Centered on innovation and assisting organizations with their digital transformation, his work focuses on ensuring equitable access to the benefits and opportunities of modern technology. 

Michael is Assistant Professor at University of Washington where he teaches AI in the humanitarian sector and ethical innovation. He holds an MA from Copenhagen and Paris and a PhD in artificial intelligence from UCL, University of London. A Fellow at the Royal Society of the Arts, he works on raising awareness of AI and its role in society. As board member and advisor to the Spreeha Foundation, Michael works on technology solutions to improve access to healthcare, education, and economic opportunities for underserved communities, with particular focus on empowering women and girls. Michael also serves on the board of the World Humanitarian Forum where he advises on the use of technology.

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