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Ao longo dos últimos 30 anos têm-se discutido a importância das industrias criativas e dos agentes culturais para a revitalização de bairros centrais e de áreas expectantes do período pós-industrial.
Contudo uma crescente massificação e uniformização cultural tem levado à morte dos seus ambientes criativos. É neste contexto que interessa olhar para uma série de territórios periféricos. Tal como, é o caso da cidade do Barreiro que aproveitando as alterações macro do país e assente na histórica tradição associativa e comunitária, têm-se destacado com uma identidade cultural própria dentro da Área Metropolitana de Lisboa.
Nota curricular do orador
Ricardo Venâncio Lopes é arquiteto e fotógrafo, mestre em arquitetura pelo ISCTE-IUL – Instituto Universitário de Lisboa. Encontra-se a desenvolver a tese de doutoramento intitulada “Intervenções artísticas/arquitectónicas efémeras em contextos urbanos informais: novos contributos para o planeamento da cidade contemporânea”, no DINAMIA’CET. Lopes é autor de diversas publicações, apresentações e intervenções artísticas na área de estudos urbanos, arquitectura e criatividade | cultura.