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A Comissão de Trabalhadores (CT) definiu, para o mandato 2021-2025, um plano de ação que procura, por um lado, continuar o trabalho realizado pela CT , por outro, atualizar grandes objetivos estratégicos, face ao impacto da pandemia.
O ano de 2020 trouxe alterações profundas na esfera do trabalho que implicaram desafios pessoais e societais, desde logo, na conciliação entre vida profissional e familiar e no impacto do teletrabalho e do ensino à distância na comunidade académica. Uma cuidada análise deste impacto e o acompanhamento de proximidade da gestão da instituição torna-se, por isso, um objetivo estratégico da Comissão de Trabalhadores, para o quadriénio.
Paralelamente, as alterações climáticas e a urgência de ações consonantes com um estado de emergência climática - noção profusamente consensual na esfera científica - significa que o plano de atividades da CT não reflete uma visão de ‘regresso à normalidade’. Todos os mecanismos e ações que visem a redução da pegada ecológica devem ser considerados, começando pela aplicação do princípio de sustentabilidade no seio da própria CT.
O plano encontra-se alinhado com as prioridades da União Europeia para 2021-2027, com especial preocupação para a inclusão, sustentabilidade e transição digital. Tem ainda em consideração a visão estratégica do Iscte inscrita no plano para 2018-2021 e projetos de desenvolvimento 2020-2022.
O plano de ação para o quadriénio 2021-2025 assenta em 3 eixos estratégicos.
No primeiro eixo, orientado para o sentido de comunidade, pretende-se:
O segundo eixo, ligado especificamente à qualidade e condições de trabalho no Iscte terá, como prioridade da CT:
O terceiro eixo inclui um conjunto de iniciativas e ações concretas orientadas para:
A garantia da inclusão, igualdade de género e não-discriminação, dotando os trabalhadores/as de mecanismos e instrumentos concretos e desenhados com base nas melhores práticas, de forma a garantir a defesa e proteção face a qualquer forma de discriminação, racismo, assédio sexual e moral no trabalho.
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