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O concurso nacional de acesso é a forma de ingresso no ensino superior público mais usada pelos estudantes que concluem o ensino secundário. No concurso nacional de acesso, o candidato pode concorrer até seis pares instituição/curso, isto é, seis combinações diferentes de instituições e cursos, que indica por ordem de preferência.
1 http://www.dge.mec.pt/equivalencias-estrangeiras | 2 Os exames são válidos no ano da sua realização e nos dois anos seguintes, no caso de exames realizados até 2021, inclusivé; ou no ano da sua realização e nos quatro anos seguintes, no caso de exames realizados a partir de 2022. | 3 http://www.dges.gov.pt/pt/pagina/substituicao-de-provas-de-ingresso-por-exames-estrangeiros
Para o ingresso ao ensino superior é necessário realizar os exames nacionais correspondentes às provas de ingresso exigidas para os diferentes pares instituição/curso que pretende concorrer. Estas condições são divulgadas anualmente no Guia de Candidatura, assim como o número de vagas a abrir para cada curso em cada instituição de ensino superior.
Em relação à sua validade, os exames nacionais podem ser utilizados como provas de ingresso no ano da sua realização e:
As vagas para cada par instituição/curso são fixadas anualmente pelas próprias instituições. As vagas fixadas são colocadas a concurso logo na 1.ª fase. De uma forma geral, nas 2.ª e 3.ª fases existem as vagas que não foram utilizadas por candidatos colocados e matriculados na(s) fase(s) anterior(es).
Apenas na 1.ª fase existem contingentes especiais de vagas. Os candidatos que não obtenham colocação por esta via, no processo de seriação, podem ainda concorrer às vagas do contingente geral nas fases seguintes.
O concurso nacional realiza-se no final do ano letivo e organiza-se em três fases, segundo o calendário anualmente aprovado pela DGES.
Os candidatos podem concorrer a várias fases do concurso. Contudo, é importante realçar que a colocação na 2.ª ou 3.ª fases anula automaticamente a matrícula/inscrição na fase anterior.
1. Número de identificação (cartão de cidadão português) ou número interno
2. Senha de acesso
A senha de acesso atribuída só é válida no ano a que respeita a candidatura. A senha de acesso pode ser utilizada em todas as fases de candidatura do mesmo ano.
3. Ficha ENES ou ficha de ativação
3. Ficha de pré-requisitos, caso o par instituição/curso o exija.
4. Bilhete de identidade ou cartão do cidadão do candidato, sendo necessária a identificação (BI ou CC) da pessoa que demonstra exercer o poder paternal ou tutelar caso o candidato seja menor de idade.
O candidato pode concorrer até seis pares instituição/curso, isto é, seis combinações diferentes de instituições e cursos, os quais se indica por ordem de preferência. A candidatura online é a forma mais prática e célere de concorrer ao ensino superior.
Os pares instituição/curso organizados por diversos critérios podem ser consultados online.