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Em dezembro de 2011 o então primeiro-ministro Pedro Passos Coelho aconselhou os professores sem colocação a emigrarem para países como Brasil, Angola. Em 2016, o então primeiro-ministro António Costa recomendou aos professores de Português sem trabalho que emigrassem para os países de Língua Portuguesa. Passado menos de uma década, o país passou a discutir o elevado número de alunos sem professores, o Estado avançou mesmo com medidas para atrair professores que já se tinham reformado.
Entrevista a Fernando Alexandre, Ministro da Educação, Ciência e Inovação. Comentário de Pedro Brinca, economista e professor na Nova SBE e Ricardo Paes Mamede, economista, professor do Iscte.