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O Governo alemão, apoiado por uma coligação de sociais-democratas, verdes e liberais, decidiu alargar o controlo das suas fronteiras com os países vizinhos, quase todos da União Europeia e do espaço Schengen: França, Suíça, Áustria, República Checa, Polónia, Países Baixos, Bélgica e Dinamarca. A medida não nos espantaria se fosse tomada pelo partido da extrema-direita (AfD, Alternativa para a Alemanha), que ultimamente ganhou ou reforçou posições nas eleições regionais.
Artigo de Maria de Lurdes Rodrigues