ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
PT
menu
close
MasterMestrado em Sociologia

Tidal kinship: Technology, practice and the mediation of human-ocean relations

Author
James, Gareth
Access
Restricted access
Palavras-chave
Domestication of technology
Practice theory
Actor–network theory (ANT)
Technological mediation
Blue space engagement
Ontological security
Domesticação da tecnologia
Teoria da prática
Teoria do ator-rede (ANT)
Mediação tecnológica
Envolvimento com ambientes aquáticos
Segurança ontológica
Resumo
PT
As relações entre os seres humanos e o oceano são cada vez mais mediadas por tecnologias – tabelas de marés, aplicações móveis e sites oferecem maneiras de compreender e experimentar os ritmos do oceano. Os espaços azuis têm um forte significado cultural, emocional e simbólico, influenciando rotinas, identidades e o sentimento de pertença, ao mesmo tempo que estão sob ameaça da poluição e dos danos antropocêntricos. Esta dissertação explora estes domínios através do caso do Tidey, um dispositivo IoT (Internet das Coisas) que visualiza os movimentos das marés no ambiente doméstico. Através de entrevistas qualitativas com utilizadores do Tidey, o estudo examina como o dispositivo é integrado na vida quotidiana e como medeia as conexões entre as pessoas e os ambientes oceânicos. A Teoria da Domesticação é utilizada para enquadrar a análise, com um envolvimento adicional com a literatura sobre a Teoria da Prática e a Teoria da Rede de Atores. O estudo também desenvolve a noção de parentesco das marés para descrever os entrelaçamentos entre os seres humanos, as tecnologias e o mar. Os resultados revelam que a incorporação do Tidey na vida quotidiana vai além das rotinas existentes para coproduzir ativamente perceções dos espaços azuis. Ele torna-se um participante nas práticas domésticas e adquire significado emocional e simbólico. Este estudo é relevante para o campo da Sociologia, pois oferece uma oportunidade única de examinar os complexos entrelaçamentos entre tecnologia, espaços azuis e práticas cotidianas, bem como os significados simbólicos e culturais que emergem, e conceitualmente, através da introdução do parentesco das marés como um meio de compreender a mediação tecnológica das relações entre humanos e oceanos. A dissertação conclui refletindo sobre essas contribuições, suas limitações e implicações para pesquisas futuras.
EN
Relationships between humans and the ocean are increasingly mediated through technologies – tide tables, mobile apps, and websites all offer ways to understand and experience the ocean's rhythms. Blue spaces hold powerful cultural, emotional, and symbolic significance, influencing routines, identities, and sense of belonging, while simultaneously being under threat from anthropocentric pollution and harm. This dissertation explores these domains through the case of Tidey, an IoT (Internet of Things) tide clock device that visualises tidal movements within the domestic environment. Through qualitative interviews with Tidey users, the study examines how the device is integrated into everyday life, how it mediates connections between people and oceanic environments. Domestication Theory is used to frame the analysis, with additional engagement with literature on Practice Theory and Actor Network Theory. The study also develops the notion of tidal kinship to describe the entanglements between humans, technologies, and the sea. The findings reveal that the incorporation of Tidey into daily life goes beyond existing routines to actively co-produce perceptions of blue spaces. It becomes enrolled as a participant in domestic practices and acquires emotional and symbolic meaning. This study is relevant to the field of Sociology as it provides a unique opportunity to examine the complex entanglements between technology, blue spaces, and everyday practice, and the symbolic and cultural meanings that emerge, and conceptually, through the introduction of tidal kinship as a means to understand the technological mediation of human–ocean relations. The dissertation concludes by reflecting on these contributions, their limitations, and implications for future research.

Related