ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
EN
menu
close
MestradoMestrado em Planeamento e Avaliação de Processos de Desenvolvimento

Associativismo e regulação social nas sociedades de democracia complexa: Estudo realizado em contexto de realojamento social

Autor
Leitão, Simão Cardoso
Data de publicação
31 Oct 2012
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Associativism
Sociedades de democracia complexa
Complex democracy societies
Associativismo -- Associations
Regulação social -- Social regulation
Resumo
PT
O paradigma de regulação social que emergiu com a modernidade levou os mais eminentes pensadores sociais a questionarem-se sobre o papel das associações. Incidindo sobre a realidade associativa de um bairro social, este trabalho procura lançar pistas sobre a reflexão em torno deste movimento que ganhou novo fôlego com a passagem do capitalismo organizado para o capitalismo desorganizado, e a consequente chamada falência do Estado- Providência nas sociedades de democracia complexa. No contexto estudado, num estudo que se caracteriza como exploratório, a matriz Topdown de natureza corporativa (Cohem e Rogers) e de gestão e prestação de serviços (Viegas) domina o quadro associativo. Confirmam-se também as teses de Habermas e das macroteorias no sentido de associarem a racionalidade dirigida a fins práticos ou a auto-mobilização associativa como factores importantes no envolvimento dos indivíduos. Em termos globais os dados apontam para um fosso, se não mesmo uma dificuldade estruturante, entre o almejado modelo de governância e a realidade observada. Justificam-se portanto, neste caso, as teses na linha de Weber, que falam de uma relação de troca, onde o associativismo mantém um papel domesticador, mas contribui para a diminuição dos riscos de anomia individual. A emancipação social a existir só se tornará efectivamente visível, para maior parte dos casos, em termos geracionais.
EN
The social regulation paradigm, which emerged with the Modern Age led the most prominent social thinkers to question the role of associations. By focusing on the reality of associations from a public housing neighbourhood, this paper aims to propose new approaches for thought and discussion around this movement. It has gained new momentum with the transition from organised to disorganised capitalism, and the subsequent so called collapse of the welfare state in complex democracy societies. In this exploratory research, focusing on the context observed, in the scope of the associative Framework, the top-down corporative (Cohem e Rogers) and management and provision of services (Viegas) matrix is dominant. One can also confirm Habermas’ theses and macro theories, in the sense that these relate rationality directed at practical ends and the self-mobilisation of associations as important factors in the involvement of individuals. On the whole, the data indicate a gap, if not a structuring difficulty, between the desired governance paradigm and the reality observed. Therefore, in this case, one can deem as justified, theses’ deriving from Weber’s describing exchange-based relationships, where associativism maintains a domesticative role, but also contributes to a decrease in the risk of individual anomie. When and where social emancipation exists, in most cases, it can only become effectively visible from generation to generation.

Relacionadas