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Sabemos para onde vamos? Não. Mas alguém sabe? A única coisa que neste momento sabemos é que o caminho que levámos até aqui não pode continuar no futuro. E isso já é um grande passo. Será mais ou menos como dizia Porter, a definição do que quero ser e onde quero estar começa talvez pela definição do que não quero ser e onde não quero estar.
Opinião de J. Crespo de Carvalho
Grande parte do que se passa com a economia portuguesa depende de factores que não controlamos. Uma lição difícil de aprender em qualquer regime democrático
Novo livro alerta para a troca do pensamento estruturado por um "pragmatismo burocrático".
Destacam-se os avanços no campo da arquitetura, nos quais as mulheres desempenharam papéis cruciais e muitas vezes substimados.