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Já são mais de 18% dos jovens inscritos em centros de emprego, mas os imigrantes demoram, em média, menos de metade do tempo a arranjar trabalho do que os jovens em geral. Mas precisam de políticas diferentes para ir além das profissões mais precárias.
"Resposta obvia" é abrir mais vagas em creches - Francisco simões, Investigador do Iscte, sobre alterações de critérios de acesso a creches, no diário Insular.
A última Escuta Ativa na Fonoteca Municipal do Porto, antes de uma breve pausa durante o mês de agosto, tem como anfitriã a socióloga e investigadora Paula Guerra que escolheu o disco “Independança” de GNR para audição conjunta. A sessão realiza-se neste sábado, 27 de julho, às 11h00 e tem entrada livre.
Professora Associada de Sociologia na Universidade do Porto e Investigadora no Instituto de Sociologia da mesma Universidade, Paula Guerra é também Professora Associada Adjunta do Griffith Centre for Social and Cultural Research na Griffith University (Austrália) e investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) e do DINÂMIA'CET – ISCTE, Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território. Fundadora e coordenadora da Rede Todas as Artes: Rede Luso-Afro-Brasileira de Sociologia da Cultura e das Artes, coordena vários projetos de investigação
O peso dos imigrantes no mercado de trabalho português é cada vez maior e são sobretudo os jovens que rapidamente conseguem o 1.º emprego em Portugal.