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Há muitos bons exemplos de jovens que encontraram ônos cursos profissionais o seu espaço de realização escolar, pessoal e profissional.
Artigo de Maria de Lurdes Rodrigues.
Grupo Vita apresentou estudos sobre catequistas, professores de EMRC e vivência do celibato.
"Os participantes referem que os programas de prevenção devem ser adequados ao contexto catequético e aos catecismos, mas quando são questionados acerca dos temas específicos da catequese que poderiam ser articulados com os temas da prevenção primária do abuso sexual (corpo e privacidade; toques adequados e não adequados; segredos seguros enão seguros; comunicação assertiva: dizer sim, dizer não; emoções; pedir ajuda), não conseguem fazê-lo”, acrescenta o relatório, apresentado hoje em Lisboa, numa conferência de imprensa. Um segundo estudo, da autoria de Beatriz Pires (Iscte), abordou “Crenças sobre o abuso sexual infantil e a intenção de prevenção do abuso sexual em professores de Educação Moral Religiosa e Católica em Portugal."