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Académicos de várias disciplinas exploram Goa a partir de dentro, centrando vozes, metodologias e epistemologias goesas, através de uma abordagem crítica a perspectivas quer contemporâneas, quer históricas.
Comissária Científica: Rosa Maria Perez, CRIA-Iscte
O DN conversou com as deputadas Elza Pais e Dulcineia Moura, respetivamente do PS e da AD, que mostram como é ser mulher na política, numaaltura em que os partidos cumprem a lei "pelo mínimo”. Em230 mandatos, 78 são de mulheres. A investigadora em questões de género Maria Helena Santos alerta para o "discurso de ódio” no Parlamento.
Reitora do ISCTE ‘desmonta’ crescimento do sistema científico
ARECA é financiado pela Europa Criativa e trabalha em colaboração com as estruturas portuguesas Sete Anos, Pé de Cabra e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, a companhia espanhola AZALA e a companhia francesa Rouge Elea.
Matriz espanhola de repartição de direitos de TV seria a mais benéfica para Benfica, que deixou as reuniões da Liga.
Declarações de Célia Gouveia.
Aos 600 dias da guerra Hamas/Israel, o equilíbrio de poderes no Médio Oriente está a mudar e pode vir aí uma nova configuração geopolítica
Artigo de Maria João Tomás
Parlamento chegou a aprovar uma resolução, mas falta erguer uma montanha de segurança
Comentários de João Carvalho
Ao prometer ser um “farol de estabilidade”, André Ventura já está a acautelar o que vai exigir quando, porventura, vencer eleições com maioria relativa. Ascensão a segunda força tornou essa ambição “realística”, analisa o politólogo Riccardo Marchi.
As escolas de formação de executivos registam um crescimento da procura de soluções customizadas pelas empresas e de programas de curta e média duração, focados num impacto imediato. Os quatro primeiros meses do ano permitem antecipar um 2025 em linha com o esperado, apesar da incerteza sobre a economia e as eleições antecipadas.
André Ventura pediu uma oportunidade e o eleitorado de distritos como Beja, Faro ou Setúbal trataram de satisfazer esse pedido nas eleições do dia 18. Os portugueses que vivem acima da linha do Tejo, porém, não seguiram o mesmo caminho. Resultado, um mapa de Portugal dominado pela cor de laranja da AD no Norte e Centro, e com amplas manchas azul-escuro do Chega no sul. Neste mapa que para a generalidade dos analistas acabou de vez com o bipartidarismo em Portugal, o PS aparece na liderança dos votos apenas no distrito de Évora. Como interpretar esta divisão, este colorido?
Por Rui Pena Pires