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Processo de democratização e consolidação da democracia desde há 50 anos impede que haja um retrocesso nos direitos das pessoas ciganas em Portugal, destaca investigadora. No entanto, esta especialista aponta para o aumento do anticiganismo. Esta segunda-feira comemora-se o Dia Internacional das Pessoas Ciganas.
A socióloga Maria Manuela Mendes, com investigação sobre temas ciganos, não acredita que possa haver uma regressão nos direitos das pessoas ciganas, mas alertou para o aumento do anticiganismo e para a “urgência” da falta de habitação. Declarações à agência Lusa, por ocasião do Dia Internacional das Pessoas Ciganas, da investigadora no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (CIES-Iscte) .