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Anders Lyhne Christensen – investigador no IT-IUL – concebeu e formulou a ideia inicial do MNS. Foi publicado, em co-autoria, um artigo na Nature Communications sobre a forma como vários robôs podem interagir através de um sistema de controlo sensório-motor que responde a estímulos induzidos e que capacita as máquinas da possibilidade de adaptação autónoma em forma e tamanho.
Com este novo estudo são exibidas nos robôs estas propriedades que vão além daquelas observadas numa qualquer máquina ou organismo biológico, podendo unificar-se num só corpo, dividir-se em vários robôs com controladores independentes, ou mesmo ‘auto-curar-se’ removendo ou substituindo partes de um corpo com mau funcionamento.
O trabalho desenvolvido por esta equipa é pioneiro porque é o primeiro sistema multirobô com auto-montagem - capaz de exibir coordenação sensório-motor equivalente ao observado em robôs monolíticos. As regras são projetadas manualmente em várias unidades robóticas que formam uma série de robôs de diferentes formas e tamanhos e que irão obedecer a estímulos. Destaca-se a capacidade de adaptação morfológica, com a flexibilidade necessária para formar novos robôs, de diferentes formas e tamanhos; e a existência de uma unidade ‘cérebro’ autónoma, capaz da tomada de decisão.
Anders Lyhne Christensen respondeu a algumas questões sobre o tema para nos ajudar a compreender a importância desta descoberta inovadora.
Qual a utilidade desta ferramenta a sua importância e impacto na sociedade atual?
A.L.C. Tradicionalmente, os robôs têm sido máquinas relativamente simples que realizaram trabalhos repetitivos, mecânicos. No entanto, à medida que os robôs saem dos solos isolados e estruturados das fábricas, e entram no mundo desestruturado que os humanos ocupam, eles precisam de se tornar flexíveis e adaptáveis. O nosso trabalho representa um passo significativo para que os robôs se adaptem no que respeita ao tamanho do seu corpo, forma e função.
Que tipo de funções podem desempenhar estes robôs?
A.L.C. Atualmente, eles não conseguem fazer muito mais além de formar novos corpos, movendo, sentindo e empurrando objetos. Contudo, as perspetivas a longo prazo para a tecnologia é que, por um lado, se pode ir ao supermercado e comprar um saco de módulos robóticos com os quais poderia construir um qualquer robô que precisasse: para lavar a loiça, os módulos formariam um robô para desentupir a pia, formariam outro se quisesse que pintassem uma parede, e ainda um outro, caso o seu filho(a) gostasse de cães, poderiam formar um outro em forma de cão para que ela pudesse interagir.
Podemos explicar este sistema com a alusão ao filme Terminator II (Exterminador Implacável), com o robô de metal líquido?
A.L.C. Dado que Hollywood muitas vezes retrata os robôs como sendo maus, como o robô líquido programado do Terminator II, após alguma reflexão, sugiro deixar qualquer tipo de comparação de fora para evitar mal-entendidos.
Consulte o artigo em: https://www.nature.com/articles/s41467-017-00109-2