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Um enxame de robôs aquáticos pode ser a solução para desenvolver um conjunto de tarefas necessárias ao longo da imensa costa portuguesa. E se à primeira vista pode parecer uma iniciativa dispendiosa e altamente complexa, digamos que antevendo o custo-benefício poderá sair mais vantajoso e a sua complexidade vista pelos especialistas pode ser relativizada.
A ideia, muito desafiante pelo ambiente complexo em que se desenvolve e pelos requisitos operacionais de suporte que implica, é precisamente minimizar os custos das tarefas de pesquisa para localização de zonas de aquicultura, monitorização ambiental, localização de vida marinha, inspeção de pontes, patrulhamento de fronteiras marítimas, entre outras. O uso de robôs, facilmente substituíveis, tem um potencial enorme de aplicação prática e de redução de erros/falhas sendo que esta tecnologia de robótica coletiva permite descentralizar o controlo uma vez que o grupo está auto-orientado para agir em conjunto – quando algum elemento se desvia do caminho pré-definido é automaticamente reorientado pelos restantes robôs.
A equipa de investigação do Instituto de Telecomunicações do ISCTE-IUL procura, com esta investigação ‘Drones Aquáticos: plataforma robótica que desenvolve tarefas no meio marítimo (CORATAM)’, explorar uma nova abordagem de aplicação desta tecnologia, bem como a posteriori divulgar os componentes de hardware e software para que outros investigadores e interessados na área possam implementar esta ideia.
Integra a equipa deste projeto inovador o investigador Miguel Duarte, que recentemente recebeu o primeiro prémio da sétima edição do Fraunhofer Portugal Challenge onde os projetos candidatos se dividiam nas categorias mestrado e doutoramento, em áreas distintas como ciência, saúde, comunicação, tecnologia e robótica. Na categoria Doutoramento, Miguel Duarte, venceu o primeiro lugar precisamente com o desenvolvimento desta plataforma robótica capaz de desenvolver tarefas complexas em meio marítimo.