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Já está publicado o relatório conjunto do Conselho da Europa e da Comissão Europeia, intitulado “Here to stay? The transitions of rural youth before and after the Covid-19 pandemic”, que examinou as experiências de jovens de 14 países europeus, entre os 18 e os 30 anos, que vivem em contexto rural (entre 2019 e 2023).
O documento resulta de um estudo da Youth Partnership e foi liderado por Francisco Simões, investigador do CIS-Iscte.
O relatório incide sobre vários itens: a educação, os sistemas de apoio, a participação jovem, o emprego, a mobilidade e o acesso ao lazer, à cultura e ao desporto.
Embora o relatório reflita tendências positivas, como o aumento da participação do ensino superior e a redução da taxa de jovens NEET (nem em educação, nem em emprego ou formação), estes progressos contrastam com desafios persistentes, incluindo o declínio da população jovem, o aumento do desemprego, fraca participação cívica e desvantagens estruturais no mercado de trabalho das zonas rurais.
Em termos de políticas, a juventude rural não é, na maior parte dos casos, encarada como um subgrupo com necessidades específicas, o que resulta em políticas fragmentadas e pouco direcionadas.