ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.
ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.
Tiago Fernandes, investigador do Centro de Estudos Internacionais (CEI-Iscte), assina com Sara Pina (Universidade Lusófona), o novo capítulo sobre Portugal do Relatório da Democracia 2026: Desvendar a Era Democrática?, do V-Dem Institute.
Portugal ocupa a 26.ª posição entre 179 países no Índice de Democracia Liberal (IDL), com 0,72 pontos, entre os primeiros 20% do ranking mundial. Mas entra pela primeira vez na lista de observação de potenciais países em autocratização, sinal atribuído a países que já percorreram parte significativa desse caminho.
Os autores associam este sinal sobretudo à ascenção do Chega, hoje o segundo maior partido no parlamento. Na última década, os dados do V-Dem mostram mais polarização política e menos qualidade deliberativa no debate público. Cresceram também as mobilizações pró-autocráticas, mas, em contrapartida, aumentaram de forma significativa as iniciativas em defesa da democracia, sinal, dizem os autores, da resiliência da sociedade civil portuguesa.
O capítulo integra a edição portuguesa do relatório, traduzida e divulgada pelo CEI-Iscte enquanto membro da rede V-Dem através do Centro Regional para a Europa do Sul. O relatório deste ano aponta ainda que 41% da população mundial vive atualmente em países em processo de autocratização, e os Estados Unidos perdem, pela primeira vez em mais de 50 anos, o estatuto de democracia liberal.
A versão portuguesa do relatório está disponível para consulta aqui.