ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
EN
menu
close
Investigação • Divulgação Científica

Iscte propõe modelo mais participativo para o futuro da investigação em saúde

2026-07-13

"Queríamos trazer para debate a ideia de que as pessoas também têm de ser envolvidas no processo de decisão sobre o que estamos a apoiar em termos científicos". É assim que Violeta Alarcão, que co-coordena a linha de investigação em saúde societal do SocioDigital Lab for Public Policy, resume o policy brief que o Iscte apresenta esta quarta-feira, dia 15 de julho, no Encontro Ciência e Inovação 2026.

"A participação do Iscte neste debate nacional assume particular relevância numa fase em que a Agência para a Investigação e Inovação (AI²) está a definir as suas orientações estratégicas e futuros instrumentos de financiamento, procurando recolher contributos da comunidade científica, dos profissionais e da sociedade civil para preparar o futuro da investigação em Portugal", acrescenta a investigadora.

Um conceito com raízes no Iscte

A saúde societal não é um conceito novo na instituição: o policy brief recupera o trabalho iniciado nos Cadernos de Saúde Societal do Iscte Saúde. "Tem muito a ver com esta multidimensionalidade daquilo que é olhar para a saúde", explica Violeta Alarcão, para quem essa multidimensionalidade significa que a saúde "não é influenciada apenas pelos desenvolvimentos médicos ou biomédicos, mas sobretudo pelos contextos sociais em que vivemos", acrescenta.

Três mensagens e a questão dos dados

O documento defende uma investigação centrada nas pessoas, mais próxima da prática clínica, com profissionais de saúde, utilizadores dos serviços e cuidadores envolvidos desde o início, e construída de forma interdisciplinar, cruzando investigação Biomédica, Saúde Digital, Ciências Sociais e Humanidades.

Entre as recomendações mais concretas está a governação dos dados de saúde: o policy brief defende modelos de utilização segura, padronizada e interoperável. Para a investigadora, essa segurança começa na confiança: "Só a partir daí é que as populações conseguem aceder e partilhar os seus dados com segurança", afirma. É também nesse sentido, que aponta o trabalho da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, parceira do projeto.

A proposta resulta da colaboração entre o SocioDigital Lab, a Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, a ULS Santa Maria e a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e é assinada por Henrique Martins, Violeta Alarcão, Lucas Manarte, Carla Moleiro e Cristina Vaz de Almeida.

Preparar o Futuro da Saúde Societal