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O projeto, que será desenvolvido através do MediaLab-Iscte, laboratório de investigação integrado no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-Iscte), contará com uma comparticipação da CNE de 10,5 mil euros e visa medir o impacto da atividade das candidaturas nas redes sociais e, em particular, o alcance de conteúdos desinformativos difundidos pelos partidos ou candidatos.
Esses conteúdos serão classificado como desinformativos pelos verificadores de factos credenciados pelo International Fact-Checking Network (IFCN): o jornal Polígrafo, o "Observador Fact-Check" e o "Público - Prova dos Factos".
Também será avaliado o impacto nas redes sociais dos conteúdos publicados pela CNE, que resultem de dados fornecidos pelo MediaLab-Iscte.
Caberá ao laboratório elaborar um relatório semanal com dados e análise do impacto nas redes sociais "medido em alcance e/ou interações dos candidatos e candidaturas nas redes sociais, durante os sete dias anteriores" e, além disso, avaliar o alcance de publicações identificadas como desinformativas.
Os dados serão recolhidos nas redes sociais Facebook, Instagram, X, Tiktok e Youtube, e os resultados poderão ser utilizados pela Comissão Nacional de Eleições para divulgação de conteúdos.
O protocolo entra em vigor a 4 de abril e termina após a realização das eleições legislativas, marcadas para 18 de maio.