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Um estudo pioneiro coordenado pela investigadora do CIES-Iscte Marta Entradas, com Yan Feng e Inês Carneiro e Sousa, aborda as “zonas cinzentas” da integridade na investigação científica encaradas como ‘normalizáveis’ pela academia.
O estudo analisa como investigadores em instituições portuguesas percecionam e admitem comportamentos questionáveis de investigação. Os resultados mostram que a maioria dos investigadores admite ter recorrido a pelo menos uma dessas práticas, sobretudo em questões de autoria, citações e revisão da literatura. A prática mais reportada refere-se à inclusão de co-autores que não contribuíram para o paper.
No artigo publicado na PLOS One são identificados dois grupos mais suscetíveis a estas práticas: o dos investigadores mais jovens e o dos que têm maior número de publicações.
À dimensão individual dos comportamentos juntam-se contextos institucionais, como o que impõe pressão para publicar, mas também a precariedade das carreiras científicas e dos sistemas de avaliação baseados em métricas. Ou seja, ambiente de muita pressão parece favorecer práticas de integridade duvidosa.
O inquérito que serviu de base à investigação contactou mais de 9000 investigadores, tendo havido uma taxa de resposta de 17,4%. Aproximadamente 54% são investigadoras e 46% são investigadores, 46% ocupam cargos juniores, enquanto 18% ocupam cargos seniores e 36% estão a meio da carreira. Estão representadas todas as áreas de investigação, sendo a amostra representativa da comunidade científica portuguesa, em género, senioridade e áreas de pesquisa. De acordo com as autoras, uma das contingências deste estudo tem a ver com o facto de incidir nas más condutas profissionais.