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Conferência: Rumor, fama e espaço vivido: uma etnografia com famílias ciganas do Algarve

2011-05-26

A conferência ‘Rumor, fama e espaço vivido: uma etnografia com famílias ciganas do Algarve’ apresentada por Micol Brazzabeni decorre a 30 de Maio às 18:00 horas na sala C505 do edifício II do ISCTE-IUL. O evento é organizado pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia CRIA-IUL). 

'O que é que significa estar enraizado num determinado lugar? Contrariamente a ideia do que o enraizamento seja o resultado dum processo neutral, sugiro que o mero acto de criar a categoria de enraizamento por si só implica assunções de ordem ética, emocional, moral e identitária, que podem afectar concepções sobre estar e pertencer a um específico território. Utilizando a recente produção científica sobre rumor e gossip, proponho que estes sejam considerados objectos etnográficos complexos capazes, por um lado, de criar e atribuir significados às interacções internas a grupos familiares e sociais de alguns ciganos portugueses, e de explicar as implicações relacionais, emotivas e espaciais que resultam das vivências e pertenças que estes núcleos têm com o espaço; por outro, interpretar as dinâmicas relacionais de poder - e os contextos onde elas se desenvolvem - entre estas famílias e as instituições locais, como um espaço produtor de normas e desvios, de capacidades e inadaptabilidades, direitos e deveres, finalmente de uma certa ideia de cidadania e de construção do self.'

Sobre a oradora:
'Micol Brazzabeni (PhD, Università di Firenze, Italia) é investigadora associada de pós-doutoramento no Centro de Investigação em Antropologia Social (CRIA/ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal. Desenvolveu em 2004-2005 a sua pesquisa de doutoramento no Brasil junto à uma população indígena do Estado de Minas Gerais, cujo foco de investigação foi o processo de criação e implementação da escola indígena e a formação dos professores indígenas. Actualmente, na sua pesquisa de pós-doutoramento, está a trabalhar com famílias ciganas na região do Algarve (Portugal) relativamente às temáticas da “circulação” e “enraizamento”, mobilidade, fronteiras e sofrimento social. Nas suas investigações especializou-se nas relações entre Estado e minorias, instituições e minorias “perturbadoras”, em particular nos processos de construção de identidades como lugares simbólicos de fronteiras internas.'

Mais informações em  http://www.cria.org.pt/