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As marcas habitualmente designadas de comerciais tendem, naturalmente, a estar onde estão os seus actuais e potenciais clientes, não apenas por questões de notoriedade, mas sobretudo por pretenderem captar associações positivas, fortes e, tanto quanto possível, únicas. Assim o preconizam, desde os anos 90, autores como David Aaker e Kevin Keller, entre outros. Por Pedro Dionísio, professor catedrático, director da pós-graduação em Gestão e Marketing do Desporto do Iscte - Executive Education