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Investigadora diz ser preciso atuar junto dos jovens que testemunham bullying Para Sónia Seixas, o ciberbullying é mais agressivo para as vítimas do que o bullying, porque “não conseguem escapar ao ciberbullying”. A investigadora do Iscte, Susana Fonseca, defendeu hoje que é preciso atuar junto dos jovens que testemunham situações de bullying , porque são eles que “têm o poder de parar com essas ações”.