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Novo estudo do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa e da Universidade de Évora pretende compreender de que forma os ambientes sonoros podem influenciar a alimentação e os participantes podem ganhar prémios. Dos tempos das jukeboxes à era do Spotify, em casa ou num restaurante, a música é uma presença frequente à mesa. Apesar de nem sempre prestarmos atenção ao que ouvimos durante as refeições, a investigação tem vindo a demonstrar que a música pode influenciar o comportamento alimentar. “Nos últimos anos, vários estudos têm demonstrado que o som pode ter impacto na alimentação. Os ambientes ruidosos habitualmente prejudicam a apreciação dos alimentos e podem levar a que se coma em maior quantidade, mais depressa, ou a que se tenha uma experiência menos agradável com os alimentos” – explica David Guedes, um dos investigadores responsáveis pelo estudo. Entre os diferentes ambientes sonoros que podem acompanhar uma refeição, a atenção dos investigadores foca-se na música. “Há cada vez mais locais em que a música está presente à hora da refeição, seja num restaurante, numa cafetaria ou até mesmo em casa. No entanto, ainda pouco se sabe sobre a relação entre a música e o nosso comportamento face aos alimentos. Esse é um dos aspetos que pretendemos compreender com este projeto de investigação” – conclui. O projeto, que tem o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia, encontra-se em fase de recolha de dados e desafia as pessoas a experimentarem alimentos ao som de música.

A experiência dura cerca de 30 minutos e os participantes têm apenas de responder a um conjunto de questões sobre os alimentos, num questionário em computador. Todos os participantes ficam habilitados ao sorteio de dois vouchers comerciais no valor de 25€. Neste momento, estão previstas sessões de recolha de dados em Lisboa e em Évora.

Toda a informação sobre o estudo pode ser encontrada na página dedicada.