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Com país focado nas eleições (primeiro, legislativas e, depois, europeias), pré-avisos de greve recuaram face a 2023. Acordos setoriais que o novo Governo foi fechando também ajudam a explicar quebra.
A explicar esta redução das greves estão três fatores chaves, de acordo com os politólogos ouvidos pelo ECO: a mudança de Governo, as eleições (primeiro, as legislativas e, depois, as europeias) e os acordos setoriais que o Executivo de Luís Montenegro tem fechado.
Tiago Carvalho, do Instituto Universitário de Lisboa