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No debate conceptual das últimas décadas a realidade dos Impérios, não só coloniais, sobressai enquanto constituinte de redes e hierarquias de locais, bem como promotora de uma multiplicação de centros dinamizadores dentro e fora da Europa. Esta perspectiva vem originando uma nova atenção aos impérios enquanto espaços físicos de mobilidade e circulação de pessoas, bens, tecnologias, saberes e ideias, e à dimensão transfiguradora e criadora dessa mobilidade e circulação. Sem apagar as relações desiguais subjacentes à realidade colonial, estes pontos de reflexão permitem abordagens historiográficas mais atentas à diversidade de agentes e das fontes intelectuais de reflexão sobre a modernidade. A provincialização da Europa colonialista implica, de facto, outras formas de encarar as metrópoles imperiais, incluindo-as no ‘mundo colonial’ e perspectivando-as como espaços de confluência e de trânsito de pessoas e debates, num movimento constitutivo da sua realidade.
Neste quadro, sublinha-se a necessidade de reavaliar o lugar da imprensa periódica nas configurações conceptuais e nas dinâmicas atrás referidas. Foi na imprensa periódica que os intelectuais sobretudo exprimiram, debateram e viram debatidas tanto as ideias em defesa dos regimes coloniais, quanto as posições mais críticas dos mesmos, que nalguns casos evoluíram em discursos abertamente anticoloniais. Defendendo o potencial teórico-metodológico do conceito de Imprensa Periódica Colonial, o qual estrutura uma rede transnacional de investigadores os promotores do Congresso incluem no mesmo: jornais, revistas, boletins, anais, publicados nas colónias; títulos publicados em metrópoles europeias dedicados a pensar as matérias coloniais, em que essas matérias se evidenciem essenciais aos debates internos, ou que mereçam locais específicos dentro desses periódicos; periódicos publicados em espaços não coloniais ou pós-coloniais, quando dedicados às matérias coloniais.