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Estão sempre ligados, mas nem sempre respondem logo. Preferem as mensagens escritas às mensagens de áudio. Recorrem a emojis, stickers e gifs, mas com cuidado. Usam abreviaturas, apenas alguma pontuação e nem sempre maiúsculas. Mas tudo isto sempre com a preocupação de evitar mal-entendidos. O Expresso falou com jovens e especialistas para descodificar a etiqueta da geração Z na escrita de mensagens
As razões por que tantos jovens preferem enviar mensagens a fazer um telefonema são resumidas por Leonor Rocha. A jovem de 18 anos, de Coimbra, explica que as mensagens “dão margem para repensar cada palavra e evitar situações embaraçosas ou que causem arrependimento”, tal como oferecem maior conforto por “evitarem o confronto direto e a resposta imediata”. Para além disto, conta, a preferência prende-se com uma “questão prática”, “não há necessidade de espaços silenciosos”.