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A Coreia do Sul vai a votos no dia 3 de junho para escolher novo Presidente. É um passo em frente para resolver a crise política que se instalou no país em dezembro, depois de o antigo Presidente Yoon Suk-yeol ter decretado a lei marcial. “Isto pode ter implicações em termos de política externa muito relevantes no contexto atual, porque o Partido Democrático tende a querer manter a relação com os Estados Unidos, mas também aproximar-se mais da China, ao contrário do que sucedeu na presidência de Yoon Suk-Yeol”, enquadra Luís Mah, professor de Estudos de Desenvolvimento Global no ISCTE/Instituto Universitário de Lisboa.