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O coordenador da investigação do ISCTE, ouvido pela TSF, admite que a desinformação proliferou mais nas legislativas e que "são os próprios agentes políticos a amplificar as mensagens que lhes convém, mesmo nos casos em que podem ser desinformativas"

Pela primeira vez na história das eleições em Portugal houve interferência externa com anúncios nas redes sociais, nas legislativas e nas europeias. Os investigadores do MediaLab detetaram "anúncios pagos irregulares publicados no Facebook e no YouTube", nas legislativas de março, "que denegriam a imagem de políticos do PS e do PSD", de acordo com a análise publicada no site do Iberifier - Iberian Digital Media Observatory.