Desenhar Territórios Acessíveis e Justos: Co-criação de Soluções Inclusivas para a Mobilidade e Integração da Justiça Espacial nas Futuras Políticas Municipais
(OA1) Compreender a mobilidade, a acessibilidade e a justiça espacial como dimensões-chave do desenvolvimento territorial.
(OA2) Desenvolver competências em metodologias participativas e de co-criação aplicadas a contextos reais de mobilidade urbana e espaço público.
(OA3) Analisar sistemas de mobilidade e infraestruturas urbanas, avaliando impactos na acessibilidade, equidade territorial e qualidade de vida.
(OA4) Reconhecer o contributo da inovação e da transição digital para uma mobilidade mais eficiente, sustentável e de baixo carbono.
(OA5) Articular mobilidade inclusiva, acessibilidade universal e justiça espacial na conceção de soluções urbanas resilientes.
(OA6) Refletir sobre boas práticas internacionais em mobilidade e políticas urbanas, promovendo a colaboração e a integração de perspetivas diversas.
(OA7) Debater, comunicar e apresentar resultados de forma crítica, com enfoque na aplicação prática e relevância para políticas municipais futuras.
Atividades Pré-Workshop (online)
Enquadramento conceptual sobre mobilidade, acessibilidade e justiça espacial;
Atividades Presenciais
(P1) Contextualização dos territórios de estudo; palestras sobre mobilidade urbana, acessibilidade universal e justiça espacial; visita de campo.
(P2) Mobilidade e sustentabilidade; palestras sobre desenho acessível do espaço público; oficina de diagnóstico colaborativo de sistemas de mobilidade; revisão crítica.
(P3) Co-criação e inovação; palestras sobre metodologias participativas e ferramentas digitais; oficina de conceção de soluções inclusivas de mobilidade; revisão crítica.
(P4) Justiça espacial e políticas públicas; palestra sobre governação participativa; oficina de desenvolvimento de estratégias e recomendações para políticas municipais; revisão crítica.
(P5) Finalização das propostas; apresentação final, discussão coletiva e encerramento.
(PA1) Dado o carácter eminentemente prático, a avaliação é realizada exclusivamente através de um regime contínuo ao longo do semestre. Este implica uma presença mínima de 70% nas aulas, discussões periódicas dos exercícios e a apresentação final a um painel de docentes. A nota final resulta da seguinte ponderação: 70% exercício, 10% participação nas aulas e 20% apresentação final (obrigatória);
(PA2) A UC não inclui, no seu sistema de avaliação, a realização de exame final.
Obrigatória
Appleyard, D. (1981). Livable streets. University of California Press | Burton, E., & Mitchell, L. (2006). Inclusive urban design: Streets for life. Architectural Press | Casas-Valle, D., Oliveira, I., & Dias Breia, C. (2023). The future design of streets. Lab2PT | Gehl, J., & Svarre, B. (2013). How to study public life. Island Press | Rocco, R. (Ed.). (2023). Spatial justice handbook. TU Delft, Centre for the Just City | Sadik-Khan, J., & Solomonow, S. (2017). Streetfight: Handbook for an urban revolution. Penguin Books | Smets, M., & Shannon, K. (2010). The landscape of contemporary infrastructure. NAI Publishers | Van Acker, M. (2014). From flux to frame: Designing infrastructure and shaping urbanisation in Belgium. Universitaire Pers Leuven | Whyte, W. H. (1980). The social life of small urban spaces. Project for Public Spaces
Opcional