• Capacidade de analisar criticamente as políticas e práticas existentes em matéria de saúde e bem-estar social e de avaliar a sua eficácia e adequação cultural.
• Competência para conceber, liderar e gerir serviços interdisciplinares inovadores, éticos e sustentáveis, utilizando abordagens baseadas em dados concretos e centradas nas pessoas.
• Competências avançadas em comunicação intercultural, negociação e liderança necessárias para trabalhar eficazmente em contextos internacionais e migratórios.
1. Introdução à temática do curso Serviço Social na Saúde;
2. Atuação transdisciplinar e multicultural, com sensibilidade às especificidades locais e aos desafios globais da saúde;
3. Domínio de metodologias participativas e digitais, com ênfase no diagnóstico social participativo como ferramenta estratégica para a leitura crítica dos territórios, identificação de vulnerabilidades e co-construção de soluções entre a saúde e as comunidades;
4. Promoção da saúde e prevenção da doença, em articulação com os determinantes sociais da saúde, visando uma abordagem centrada na cidadania, na equidade e na sustentabilidade dos cuidados;
5. Capacidade de liderança em contextos de crise e mudança, incluindo contextos de emergência de saúde pública, contextos migratórios e crises institucionais, com foco na resiliência coletiva e nos direitos humanos.
O trabalho de avaliação contém duas partes: em primeiro lugar, trabalho em pequenos grupos com uma redação e um cartaz baseado na redação (60%), e a segunda parte é um trabalho individual (uma autoavaliação baseada nos objetivos gerais e nos objetivos individuais do aluno) (40%).
Exame final (100%)
Obrigatória
Almeida, E. (2010). Dignidade, autonomia do paciente e doença mental. Revista Bioética, 18, 381-395 | Bairrão, J. (1995). A perspectiva ecológica em psicologia da educação. Psicologia, X(3), 7-30 | Bordenave, J. (1994). O que é participação (8ª ed.). São Paulo: Brasiliense | Cembranos, F., Montesinos, D., & Bustelo, M. (2001). La animation sociocultural: una propuesta metodológica (8ª ed.). Madrid: Editorial Popular | Comissão para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental, CRSSM (2007). Reestruturação e desenvolvimento dos serviços de saúde mental em Portugal. Lisboa: Comissão para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental: http://www.hmlemos.min-saude.pt/docs/PNacSM2007.pdf | Comissão das Comunidades Europeias (2005). Livro Verde – melhorar a saúde mental da população. Rumo a uma estratégia de saúde mental para a União Europeia. Bruxelas: Comissão das Comunidades Europeias: https://ec.europa.eu/health/archive/ph_determinants/life_style/mental/green_paper/mental_gp_pt.pdf
Opcional
Cordeiro, J. (1987). A saúde mental e a vida: pessoas e populações em risco psiquiátrico. Lisboa: Edições Salamandra | Cordo, M. (2013). Reabilitação de pessoas com doença mental: das famílias para a instituição, da instituição para a família. Lisboa: Climepsi | Decreto-Lei n.º 304/2009. Diário da República, I Série–A, N.º 205, de 22 de outubro de 2009, 7933-794. Disponível em http://www.sg.min-saude.pt/NR/rdonlyres/A110CE46-A607-4BD1-AB82BE86B31314C3/18519/DL3042009SaudeMental1.pdf | Fazenda, I. (2008). O puzzle desmanchado: saúde mental, contexto social, reabilitação e cidadania. Lisboa: Climepsi. | Fazenda, I. (2009). Novos desenvolvimentos em saúde mental e comunitária. Psilogos, 7(1 e 2), 111-119. Disponível em http://revistas.rcaap.pt/psilogos/article/view/4015 | Ferreira, J. (2016). Reabilitar em Saúde Mental: Uma abordagem integrada, integral e participada. Projeto de Investigação e Intervenção em Educação Social (Dissertação de Mestrado não publicada). Politécnico do Porto, Porto, Portugal. | Fossi, L., & Guareschi, N. (2004). A psicologia hospitalar e as equipes multidisciplinares. Revista SBPH, 7(1), 29-42. Disponivel em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582004000100004 | Guerra, I. (2002). Fundamentos e processos de uma sociologia de acção (2ª ed.). Cascais: Princípia Editora. | Guerra, I. (2006). Participação e acção colectiva – Interesses, conflitos e consensos. Estoril: Princípia Editora. | Hirdes, A. (2009). Autonomia e cidadania na reabilitação psicossocial: uma reflexão. Ciências & Saúde Coletiva, 14(1), 165-171. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/csc/v14n1/a22v14n1.pdf | Kuhn, T. (2009). A estrutura das revoluções científicas. Lisboa: Guerra e Paz | Leff, J., & Warner, R. (2008). Inclusão de pessoas com doenças mentais. Coimbra: Edições Almedina