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MestradoMestrado em Finanças

A gestão do risco de câmbio no setor da arquitetura em Portugal

Autor
Reis, Jorge de Vasconcelos Teodósio Nunes dos
Data de publicação
28 Jun 2017
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Portugal
Gestão do risco
Exportação
Crise financeira
Arquitetura
Architecture
PME Pequenas e Médias Empresas
Sector imobiliário
Hedging
Finanças
Taxa de câmbio
Foreign exchange rate
Resumo
PT
As crises do sub-prime em 2008 e das dívidas soberanas em 2011 tiveram, embora de forma diferente, graves consequências um pouco por todo o mundo. Em Portugal, os setores do imobiliário, da construção e da arquitetura, foram dos mais afetados. Com a forte quebra do mercado interno, a única solução era a exportação. Os mercados preferenciais foram desde logo países de língua Portuguesa como Angola, Moçambique e Brasil, mas também alguns países do Médio Oriente. Estes países têm em comum as receitas da exportação de petróleo, comumente transacionada em USD. Junta-se a esta característica o fato de, depois de 2011, a viabilidade do EUR ter sido posta em causa. Como tal, muitos países preferiram refugiar-se em divisas mais fortes. A consequência prática para as empresas Portuguesas foi que grande parte das suas exportações passou a ser cobrada em USD expondo-as assim ao risco de câmbio. O setor da arquitetura é, em Portugal, composto por pequenas e médias empresas, muitas vezes sem grande capacidade para recorrer à cobertura de risco. O principal objetivo deste trabalho foi por isso avaliar a possibilidade de fazer cobertura do risco de câmbio, num setor concreto, pouco considerado para certos instrumentos financeiros. Foi assim visto de que modo seria possível fazer cobertura de risco recorrendo aos swaps, futuros, forwards, opções e ETFs para deste modo tentar perceber se estes instrumentos, geralmente empregues por grandes empresas, poderiam também ser utilizados em setores exportadores compostos por pequenas empresas, em particular, pelo setor da arquitetura em Portugal.
EN
The 2008 sub-prime crisis and the 2011 sovereign debt crisis had, although in different ways, huge consequences around the globe. In Portugal, real estate, construction and architecture business sectors were among the most affected. With the decrease in the internal market the only solution was to export. The markets chosen for that were first Portuguese speaking countries such as Angola, Mozambique, Brazil, and some countries in the Middle East. What these countries have in common are the revenues from oil exports, frequently transacted in USD. But beyond that, after 2011, the viability of the EUR was questioned. As such, many countries preferred stronger currencies. The consequence of that for Portuguese enterprises was that many of their exports were now received in USD, creating an exposure to foreign exchange risk. The architecture business sector in Portugal is formed by small and medium enterprises, which are frequently unable to do risk hedging. The main objective of this work was to assess the possibility of foreign exchange hedging in a specific business sector, seldom considered for certain financial instruments. This work tried to evaluate risk hedging with swaps, futures, forwards, options and ETFs in order to understand if these instruments, often used by great multinationals, could also be used in a business sector of small and medium enterprises, particularly, in the architectural sector in Portugal.

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