ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
menu close
MestradoMestrado em Psicologia Comunitária, Proteção de Crianças e Jovens em Risco

Problemas de atenção e hiperatividade em crianças em acolhimento residencial e em crianças da comunidade expostas à adversidade

Autor
Serrão, Vítor Hugo Alves
Data de publicação
19 Jan 2021
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Acolhimento residencial
Residential care
Problemas de atenção e hiperatividade
PHDA
Adversidade precoce
Attention and hyperactivity problems
ADHD
Early adversity
Resumo
PT
O acolhimento residencial está associado a dificuldades no desenvolvimento da criança (Lawler et al., 2014), incluindo nos processos atencionais (Hawk & Mccall, 2010). Neste estudo analisou-se as associações entre os problemas de atenção e hiperatividade e a exposição à adversidade precoce, e examinou-se o papel moderador do contexto atual de cuidados naquela relação (i.e., acolhimento residencial versus família). A amostra incluiu 78 crianças, e respetivos cuidadores, com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos, divididas em três grupos. O Perfil de Historial Traumático (Ramos, 2020), preenchido pelas equipas técnicas das casas de acolhimento e pelos cuidadores das crianças da comunidade, permitiu analisar as experiências adversas precoces às quais as crianças estiveram expostas. A forma reduzida da escala de Conners para pais (EC-R; versão portuguesa; Rodrigues, 2004) foi preenchida pelos cuidadores, para avaliação dos problemas de atenção e hiperatividade. Os problemas de atenção e hiperatividade revelaram estar associados à exposição a mais experiências adversas nas crianças do Grupo 1, e à idade e ao sexo masculino nas crianças do Grupo 2. A acumulação de experiências adversas emergiu como o único preditor dos problemas de atenção e hiperatividade. O contexto atual de cuidados não revelou ser um moderador estatisticamente significativo. Estes resultados destacam os efeitos negativos das experiências adversas precoces no desenvolvimento da criança, reforçando a necessidade de mais investigação sobre o tema.
EN
Residential care is associated with several child developmental difficulties (Lawler, Hostinar, Mliner, & Gunnar, 2014), including attention problems (Hawk & Mccall, 2010; Moreno-Manso et al., 2019). This study aims to contribute to the state of the art by analyzing the associations between attention problems and hyperactivity and the exposure to early adversities, while con-sidering the current care context (i.e., residential care versus family). The sample is composed by 78 children, and their caregivers, aged between 8 and 15 years, divided into three groups. The Traumatic History Profile (Ramos, 2020) was completed by professionals from the resi-dential context (Group 1) and by the caregivers (Groups 2 and 3) which allowed information about child exposure to early adverse experiences. The reduced form of the Conners scale for parents (EC-R; Portuguese version; Rodrigues, 2004) was administered to the caregivers, for the assessment of attention problems and hyperactivity. Attention problems and hyperactivity was associated with exposure to more adverse experiences in Group 1, and with child age and male sex in Group 2. The accumulation of adverse events was the only significant predictor of attention problems and hyperactivity. The current care context (residential care versus family) did not emerged as a significant moderator. These results highlight the negative impact of early adversities on child development and reinforce the need to conduct more research on this topic.

Relacionadas