PT
Ao longo dos tempos, a evolução dos processos de projeto, em arquitetura, surge associada às ferramentas
disponíveis e à evolução tecnológica. Com os avanços tecnológicos surgem novas ferramentas e métodos de trabalho, de
modo, a responder a desafios sociais, económicos, políticos, culturais e estéticos.
O presente trabalho aborda as alterações ocorridas no processo arquitetónico, através, das novas ferramentas
digitais e dos modos de trabalhar, colaborativos, nos processos digitais.
Os processos digitais são desenvolvidos, cada vez mais, com base em métodos e ferramentas generativas,
que geram soluções, cada vez mais, orientadas pelo desempenho da solução final, desde, a sua conceção até à sua
implantação, e que preveem todo o ciclo de vida de uma solução. Através dos ambientes de trabalho colaborativos, é
possível obter fluxos de trabalho e de partilha de dados, entre, as diversas especialidades constituintes do processo de
projeto.
As equipas de trabalho tornaram-se, cada vez mais, multidisciplinares, porém, o utilizador não participa de todo,
no desenvolvimento do processo de projeto.
A presença do utilizador no desenvolvimento de um processo de projeto é importante, desde a fase de recolha
de dados úteis, para a geração e desenvolvimento da solução final. Uma vez que, o utilizador é quem vai usufruir do
resultado final, a informação de, como, este utiliza e vive o espaço é essencial, para informar o processo de projeto, na
fase de geração da forma, obtendo assim, um resultado mais adequado ao utilizador.
Perante esta necessidade, o presente trabalho de investigação, inserido na vertente teórica da unidade curricular,
PFA, (Projeto Final de Arquitetura) realizou um processo participativo, com a aplicação prática no projeto desenvolvido,
na vertente prática da unidade curricular.