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MestradoMestrado em Gestão de Recursos Humanos

The paradox of corporate entrepreneurship as an investment for protean and boundaryless careers

Autor
Santos, Débora Neves
Data de publicação
13 May 2016
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Compromisso organizacional
gestão de carreiras
career management
Carreiras proteana e sem fronteiras
Intraempreendedorismo
Protean and boundaryless careers
Organizational commitment and corporate entrepreneurship
Resumo
PT
A carreira proteana/sem fronteiras (boundaryless) tem sido progressivamente vista como uma tendência futura que aporta efeitos positivos para organizações dinâmicas num mercado global. No entanto, também se traduz numa maior dificuldade em reter talentos, dada a sua procura constante de novidade (Segers et al., 2008). Não é possível para as organizações oferecer permanentemente novidade para todos, existindo sempre um custo de oportunidade neste cenário. O empreendedorismo corporativo (ou intraempreendedorismo) contudo proporciona renovação, inovação e criatividade na organização, proporcionando internamente os desafios que indivíduos orientados para a carreira proteana/aberta apenas poderiam encontrar fora das fronteiras organizacionais. Embora seja correntemente assumido (Zaleska & Menezes, 2009), ainda é pouco claro que a carreira proteana e sem fronteiras diminua o compromisso organizacional. Çakmak-Otluoglu (2012) encontrou um efeito de interação negativo entre a carreira proteana/sem fronteiras e o apoio do supervisor na previsão do compromisso normativo e afetivo, mas nenhuma pesquisa estudou o possível papel moderador do empreendedorismo corporativo. Com uma amostra de 165 indivíduos, este estudo testa até que ponto o empreendedorismo corporativo pode inverter ou anular a relação negativa entre a carreira proteana/sem fronteiras e o compromisso organizacional. Os resultados evidenciam um efeito de moderação em que altos níveis de empreendedorismo dentro das organizações, intensificam a relação negativa entre as atitudes de carreira proteana/sem fronteiras e o compromisso organizacional. Dessa forma, apesar da investigação e literatura assumirem o contrário, o empreendedorismo corporativo parece agir mais como um potenciador da mobilidade externa do que um fator de retenção de talentos.
EN
Boundaryless and protean career have been increasingly taken as future trends that bring positive effects to dynamic organizations in a global market. However they also promise the increased difficulty in retaining talents, which by definition tend to seek novelty (Segers et al., 2008). Organizations cannot provide novelty forever to everybody, which leads to an opportunity cost. Corporate entrepreneurship promises renewal, innovation and creativity to organizations, offering the ability to mimic inside corporation the challenges that protean and boundaryless career oriented employees could only find outside organizational boundaries. It has been unclear if protean and boundaryless career leads to lower organizational commitment as commonly assumed (Zaleska & Menezes, 2009). Çakmak-Otluoglu (2012) found a significant negative interaction effect between protean and boundaryless career and supervisor support in predicting normative and affective commitment, but no research studied the possible moderating role of corporate entrepreneurship. With a sample of 165 employees, this study tests to which extent corporate entrepreneurship can invert or nullify the negative relation between protean and boundaryless career and organizational commitment. Findings show that there is a moderation effect where high corporate entrepreneurship increases the negative relation between protean and boundaryless career attitudes and organizational commitment. Thus, despite research and literature assumes the opposite, corporate entrepreneurship seems to act more as a facilitator of external mobility rather than talent retention factor.

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