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MestradoMestrado em Psicologia Comunitária e Proteção de Menores

Distorções cognitivas: comparação entre uma amostra forense e uma amostra normativa

Autor
Nunes, Nádia Sofia Santos
Data de publicação
31 Jan 2014
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Abuso sexual
Sexual abuse
Empathy
Empatia
Distorções cognitivas
Violação
Cognitive distortions
Rape
Resumo
PT
Com este trabalho pretendeu-se explorar a associação entre distorções cognitivas e comportamento agressivo e, consoante esta associação, se as distorções vão influenciar comportamentos de empatia e sintomas clínicos (como depressão, stress pós-traumático, hipervigilância, psicopatia e baixa auto-estima), numa amostra portuguesa composta por estudantes universitários e reclusos. Todos os participantes eram do sexo masculino. A amostra de agressores era composta por reclusos associados ao crime violento e foi recolhida num Estabelecimento Prisional que recebe reclusos com penas de prisão prolongadas e associadas a crimes violentos. A amostra normativa foi composta por estudantes universitários de vários cursos do ISCTE-IUL. Reclusos e estudantes universitários preencheram uma bateria de testes e após a recolha dos dados foram realizados Testes t de Student para comparar ambas as amostras quanto a cada um dos índices que compuseram os questionários utilizados. Os resultados revelaram que, ao contrário do que seria de esperar, os reclusos não demonstraram ter distorções cognitivas, pelo contrário até se auto-culpabilizam mais do que os estudantes e revelam uma maior preocupação com o perigo. Seria de esperar ainda que os reclusos evidenciassem mais sintomas e maiores défices de empatia, mas tal também não aconteceu, em vez disso, foram os estudantes a manifestar mais sintomas e para a empatia não se verificou diferenças significativas entre os dois grupos.
EN
With this work we intended to explore the association between cognitive distortions and aggressive behavior and, as this association, if the distortions will influence behaviors of empathy and symptoms (such as depression, posttraumatic stress, hypervigilance, psychopathy and low self-esteem), in a Portuguese sample composed of college students and inmates. All participants were male. The sample was composed of inmates aggressors associated with violent crime and was collected in a Prison receiveing inmates with lengthy prison sentences and associated with violent crime. The normative sample was composed of students from various courses of ISCTE–IUL. Inmates and college students completed a battery of tests and after the collection of the data were performed Student's t tests to compare the two samples for each of the indices composing the questionnaires used. The results revealed that, contrary to what we would expect, the prisoners did not demonstrated to have cognitive distortions but, in the opposite way, they even blamed themselves, more than the students, and also revealed a bigger concern with danger. We also would expect that the prisoners would show more symptoms and higher deficits of empathy, but also that did not happen, instead were students to manifest more symptoms; for empathy there were not significant differences between the two groups.

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