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MestradoMestrado em Economia

Vale a pena ser “verde”?: uma aplicação com dados europeus à indústria da celulose e papel

Autor
Ferreira, Rui Dias
Data de publicação
17 Jan 2014
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Strategy
Estratégias
Performance ambiental
Resultados financeiros
Hipótese de porter
Environmental performance
Financial results
Porter Hypothesis
Competitividade -- Competitiveness
Resumo
PT
“A filosofia diz que a poluição é um sinal de ineficiência do processo de produção e o desperdício é um custo não recuperável”, (Shrivastava & Hart, 1992). Estudos anteriores sugerem que empresas industriais com baixas emissões poluentes têm vantagens financeiras. Logo, empresas competitivas e com forte potencial de mercado apostam em melhorar as suas performances ambientais. Este tipo de estratégia vai refletir-se nos resultados financeiros destas empresas. De modo a averiguar este pressuposto utilizei uma amostra da indústria europeia da Celulose e Papel. As fontes de dados utilizadas foram a Bloomberg, para os dados financeiros, e a E-PRTR, para os dados ambientais. O presente estudo revelou que as empresas com melhores performances ambientais apresentam melhores valorizações financeiras que as empresas com piores resultados ambientais. As conclusões do estudo respondem de forma afirmativa à pergunta “Vale a pena ser ’verde’”?”.
EN
The philosophy holds that pollution is a sign of inefficiency within manufacturing processes and waste is a nonrecoverable cost, (Shrivastava & Hart, 1992). Previous studies suggest that industrial companies with low pollutant emissions have financial advantages. Therefore, competitive companies with strong market potential bet on improving their environmental performance, and this type of strategy will be reflected in the financial results of these companies. To verify this assumption I used a data sample from the European Pulp and Paper Industry. The sources of data were Bloomberg, for financial data, and E-PRTR, for environmental data. This study revealed that companies with better environmental performance have better financial valuations than companies with worse environmental outcomes. The findings respond affirmatively to the question "Does it pay to be ’green’?”.

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