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MestradoMestrado em Gestão de Recursos Humanos e Consultadoria Organizacional

Cultura de rede e cooperação inter-organizacional em montados alentejanos

Autor
Alves, Telmo Alexandre Ferreira dos Santos Gomes
Data de publicação
21 May 2013
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Confiança
Trust
Network
Rede
Cooperação Inter-organizacional
Montado
Inter-organizational cooperation
Resumo
PT
Se a Sociedade Industrial foi fortemente marcada pelos modos de governação organizacional da Hierarquia e do Mercado e por uma Organização Científica do Trabalho, a Sociedade do Conhecimento dos nossos dias patenteia profundas alterações a estes dois níveis, derivadas de sucessivas revoluções científicas que fizeram emergir um novo paradigma organizacional: a Rede. Compreendê-la requer caminharmos no sentido da Perspectiva Social, que colocou em causa uma visão estritamente económica das relações entre as organizações. Podendo uma rede ser analisada no seu nível intra-organizacional ou inter-organizacional, focámos a nossa atenção no segundo. Portugal integra o grupo de países com mais baixo nível de confiança entre não-familiares: sociedade civil e representantes da nação. Segundo Fukuyama, Portugal é uma Sociedade Familiarista com pouco Capital Social, algo que é fundamental para a constituição de redes inter-organizacionais. Mas também é o maior produtor mundial de cortiça, produzida unicamente em Montados. Fomos analisar a possibilidade de Constituição de uma rede entre quatro Montados. Os resultados demonstraram que todos eles têm Capital Social baixo, mas tal não torna impossível constituir uma rede entre eles. Um país com baixos níveis de confiança partilhada pode induzir institucionalmente iniciativas de cooperação interorganizacional. Verificámos que esta terá de ser a via a seguir e que é fundamental iniciar o processo de formação profissional da actividade de descortiçamento. Na Sociedade do Conhecimento, este é um trabalho onde a máquina não ganha ao homem. Além disso, a cooperação inter-organizacional pode contribuir para uma exploração florestal mais sustentável.
EN
If the Industrial Society was strongly formed by Hierarchical and Market ways of organizational governance and by a Scientific Labour Organization, nowadays’ Knowledge Society shows deep changes at these two levels, due to successive scientific revolutions that ignited the emergence of a new organizational paradigm: the Network. Understanding it requires us to walk the path of the Social Perspective, critical of a strict economical view of the relations between organizations. Being possible to analyze a network on its intra or interorganizational levels, we focused our attention on the second one. Portugal integrates the group of countries that have the lowest level of trust between nonrelatives: civil society and nation’s representatives. According to Fukuyama, Portugal is a Familiaristic Society with low Social Capital, something that is essential to interorganizational network constitution. But it is also the world’s largest cork producer in the World, produced only in Montados. We analyzed the possibility for the Constitution of a network between four Montados. The results showed that all of them have low Social Capital, but that does not make impossible to constitute a network between them. A country with low levels of shared trust might institutionally induce interorganizational cooperation initiatives. We found that this must be the way to go, and it’s fundamental to initiate a process of professional training of the cork removal activity. In the Knowledge Society, this is a work in which the machine does not defeat man. Besides, we consider that interorganizational cooperation might contribute to a more sustainable forestry industry.

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