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MestradoMestrado em Mercados da Arte

Japan's approach to craft art in the international art market

Autor
Cavaquinho, Maria Catarina Baluarte
Data de publicação
10 Mar 2026
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
diplomacia cultural
Cultural diplomacy
Património cultural -- Cultural heritage
Japanese craft art
International art market
Art-craft divide
Preservation vs innovation
Arte artesanal japonesa
Mercado internacional de arte
Distinção entre arte-artesanato
Preservação vs. inovação
Resumo
PT
Esta tese explora a forma como a arte artesanal japonesa é posicionada, percecionada e promovida no mercado internacional de arte, com enfoque em Londres como um centro-chave. Recorre à economia da cultura e à teoria do mercado de arte para traçar os enquadramentos históricos, culturais e políticos que moldaram a trajetória global do artesanato, desde a divisão entre arte e artesanato na era Meiji até à diplomacia cultural e às iniciativas de mercado contemporâneas. A investigação utiliza um estudo de caso múltiplo envolvendo a Japan House London, o Victoria and Albert Museum, a feira de arte Collect e a Flow Gallery, analisados em quatro dimensões: estratégia de posicionamento, envolvimento com o mercado, marketing e impacto no público. Os resultados mostram que o artesanato japonês circula através de um ecossistema complementar mas fragmentado: a diplomacia enquadra-o como património vivo, os museus conferem-lhe autoridade, as feiras de arte integram-no nos circuitos da arte erudita e as galerias cultivam colecionadores. Este ecossistema gera visibilidade e valor simbólico, mas também perpetua tensões entre património e inovação, valor simbólico e valor de mercado, e entre a amplitude e a profundidade do envolvimento. O estudo defende que estratégias coordenadas que articulem diplomacia, prática curatorial, canais de mercado e vozes dos artesãos são fundamentais para reforçar o posicionamento global, preservando simultaneamente a integridade cultural.
EN
This thesis explores how Japanese craft art is positioned, perceived, and promoted in the international art market, focusing on London as a key hub. Using cultural economics and art market theory, it traces the historical, cultural, and policy frameworks shaping craft’s global trajectory, from the Meiji-era art–craft divide to contemporary cultural diplomacy and market initiatives. The research employs a multi-case study of Japan House London, the Victoria and Albert Museum, Collect art fair, and Flow Gallery, analysed across four dimensions: positioning strategy, market engagement, marketing, and audience impact. Findings show that Japanese craft circulates through a complementary yet fragmented ecosystem: diplomacy frames it as living heritage, museums confer authority, art fairs integrate it into fine art circuits, and galleries cultivate collectors. This ecosystem generates visibility and symbolic value but also perpetuates tensions between heritage and innovation, symbolic and market value, and breadth versus depth of engagement. The study argues that coordinated strategies linking diplomacy, curatorial practice, market channels, and artisans’ voices are vital to strengthening global positioning while preserving cultural integrity.

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