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MestradoMestrado em Direito das Empresas e do Trabalho

A relação entre ergonomia, saúde psicológica e inteligência artificial no teletrabalho

Autor
Sotero, Danilo Short
Data de publicação
28 Feb 2026
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Ergonomia
Ergonomics
Saúde mental -- Mental health
Direito do trabalho -- Labour law
Teletrabalho -- Teleworking
Inteligência artificial -- Artificial intelligence
Resumo
PT
O presente trabalho analisa a inter-relação entre ergonomia, saúde psicológica e inteligência artificial no contexto do teletrabalho, adotando uma perspectiva interdisciplinar e comparativa entre Brasil e Portugal. A pesquisa parte da constatação de que a expansão do trabalho remoto, acelerada pela pandemia de COVID-19, trouxe benefícios relacionados à flexibilidade e produtividade, mas também intensificou riscos ergonômicos e psicossociais, como distúrbios musculoesqueléticos, estresse, isolamento social e burnout. Nesse cenário, a inteligência artificial surge como ferramenta ambivalente: capaz de auxiliar na prevenção de riscos e na promoção do bem-estar, mas também de intensificar a vigilância e comprometer a privacidade. A investigação utiliza revisão bibliográfica e análise documental das legislações nacionais e europeias, abordando as lacunas jurídicas e as práticas organizacionais ligadas à saúde e segurança no teletrabalho. São discutidas as implicações da cultura organizacional, a efetividade das normas existentes e os limites éticos do uso da tecnologia no ambiente laboral. Como contribuição, o estudo propõe diretrizes para a construção de políticas públicas e práticas empresariais voltadas à ergonomia, ao suporte psicológico e ao uso responsável da inteligência artificial, visando ambientes de teletrabalho mais saudáveis e sustentáveis. Os resultados apontam para a necessidade de um modelo regulatório mais robusto, aliado ao fortalecimento da cultura organizacional e ao equilíbrio entre inovação tecnológica e dignidade laboral.
EN
This dissertation examines the interrelation between ergonomics, psychological health, and artificial intelligence in the context of telework, adopting an interdisciplinary and comparative approach between Brazil and Portugal. The study recognizes that the expansion of remote work, accelerated by the COVID-19 pandemic, has generated benefits in terms of flexibility and productivity but has also intensified ergonomic and psychosocial risks, such as musculoskeletal disorders, stress, social isolation, and burnout. In this scenario, artificial intelligence emerges as an ambivalent tool: while it can support risk prevention and promote workers’ well-being, it can also reinforce surveillance and compromise privacy. The research is based on a systematic literature review and documentary analysis of national and European legislation, focusing on legal gaps and organizational practices related to occupational health and safety in telework. The dissertation discusses the role of organizational culture, the effectiveness of current regulations, and the ethical boundaries of technology use in the workplace. As a contribution, it proposes guidelines for the development of public policies and corporate practices oriented toward ergonomics, psychological support, and the responsible use of artificial intelligence, aiming to build healthier and more sustainable remote work environments. The findings highlight the need for a more robust regulatory model, combined with organizational culture strengthening and a balance between technological innovation and labor dignity.

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