ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
EN
menu
close
MestradoMestrado em Políticas Públicas

Política de organização do ensino básico em Portugal : A integração do 2.º ciclo

Autor
Lopes, Daniela Alexandra Cabral Teles Silva
Data de publicação
26 Feb 2026
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Path dependence
Dependência de trajetória
Ensino básico
Basic education
Reestruturação -- Restructuring
2.º ciclo
Não decisão
2nd cycle
Non-decision
Resumo
PT
O sistema educativo português tem sido alvo de debates e propostas de reforma, sobretudo no que se refere à estrutura do ensino básico. O 2.º ciclo é frequentemente identificado como um ponto frágil, “enclave”, pela falta de articulação com os ciclos anterior e posterior, o que compromete a continuidade pedagógica, o desenvolvimento dos alunos e o alinhamento com as tendências internacionais em matéria de organização do ensino básico. Diversas propostas de reorganização e integração dos ciclos têm procurado corrigir essa desarticulação, defendendo que o modelo atual não se encontra pedagogicamente justificado. Contudo, apesar do consenso educativo quanto à necessidade de mudança, a reforma permanece por concretizar. Este estudo procura compreender as razões da inércia das políticas públicas neste tema, analisando o papel da não decisão, da dependência de trajetória (path dependence) e dos vieses institucionais que mantêm a estabilidade de um modelo reconhecido como desadequado
EN
The Portuguese educational system has been the subject of ongoing debates and reform proposals, particularly regarding the structure of basic education. The 2nd cycle is frequently identified as a fragile point, an “enclave”, due to its lack of articulation with the preceding and subsequent cycles, which compromises pedagogical continuity, students’ development, and alignment with international trends in the organization of basic education. Several proposals for reorganization and integration of cycles have sought to address this discontinuity, arguing that the current model is no longer pedagogically justified. However, despite the educational consensus on the need for change, the reform remains unimplemented. This study seeks to understand the reasons behind the inertia of public policies on this issue, analyzing the role of non-decision, path dependence, and institutional biases that sustain the stability of a model widely recognized as inadequate.

Relacionadas