ATENÇÃO: Esta página foi traduzida automaticamente pelo Google Translate. Isto pode ter consequências inesperadas no conteúdo apresentado e, portanto, não nos responsabilizamos pelo resultado dessa tradução automática.


ATTENTION: this page has been automatically translated by Google Translate. This can have unexpected consequences and, therefore, we do not take responsibility for the result of that automatic translation.

menu
EN
menu
close
MestradoMestrado em Políticas Públicas

Quantifying europe’s energy dilemma : Security, equity, and policy trade-offs through MCDA

Autor
Galhano, Maria dos Santos
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
União Europeia
European Union
Energy security
Análise multicritério -- Multicriteria analysis
Segurança energética
Just transition
Transição justa
Justiça energética
Energy justice
Resumo
PT
Esta dissertação analisa de que forma a União Europeia pode conciliar a segurança energética com a equidade entre Estados-Membros, enfrentando simultaneamente as dependências assimétricas das importações de combustíveis fósseis. A investigação aplica a metodologia de Análise Multicritério (Multi-Criteria Decision Analysis, MCDA), através do modelo Weighted Sum Model (WSM), a cinco países com perfis energéticos contrastantes: Portugal, Alemanha, França, Polónia e Hungria. Os indicadores operacionalizados — dependência energética, diversificação de fornecedores, quota de renováveis, preços da eletricidade e pobreza energética — foram normalizados, ponderados e agregados em três cenários distintos: Solidariedade Europeia, Autonomia Nacional e Via Híbrida, concebidos para refletir diferentes prioridades políticas. Foram ainda conduzidas análises de sensibilidade para testar a robustez das classificações perante variações nos pesos atribuídos a cada critério. Os resultados demonstram que persistem assimetrias estruturais independentemente do cenário, com a Polónia a ocupar consistentemente as posições mais altas, em virtude da baixa dependência energética e níveis reduzidos de pobreza, e a Alemanha a surgir nas últimas posições devido a preços elevados da eletricidade e vulnerabilidades sociais. A França mantém uma posição relativamente estável, sustentada pelo peso da energia nuclear, enquanto Portugal e Hungria oscilam em posições intermédias, sensíveis a alterações na ponderação dos critérios. Os achados confirmam que a diversificação e os mecanismos de transição justa reforçam a segurança coletiva, mas não eliminam integralmente os desequilíbrios distributivos. O estudo contribui para a literatura ao aproximar os debates da segurança energética e da justiça energética, sublinhando que a transição europeia é simultaneamente um projeto climático, de segurança e de coesão. Argumenta-se que uma política energética europeia eficaz e legítima deve integrar mecanismos redistributivos, infraestruturas resilientes e uma governação reflexiva, assegurando que a transição seja, em simultâneo, robusta, justa e sustentável.
EN
This dissertation investigates how the European Union can reconcile energy security with equity among its Member States, while addressing asymmetric dependencies on fossil fuel imports. The research applies Multi-Criteria Decision Analysis (MCDA) through a Weighted Sum Model (WSM) to five countries with contrasting energy profiles: Portugal, Germany, France, Poland, and Hungary. Indicators operationalising import dependency, supplier diversification, renewable share, electricity prices, and energy poverty were normalised, weighted, and aggregated under three scenarios— European Solidarity, National Autonomy, and a Hybrid Path—designed to reflect different policy priorities. Sensitivity analyses tested the robustness of rankings against variations in criteria weights. The results show that structural asymmetries persist regardless of scenario, with Poland consistently ranking highest due to low import dependency and energy poverty, and Germany ranking lowest due to high electricity prices and social vulnerabilities. France demonstrates relative stability through its nuclear base, while Portugal and Hungary alternate in intermediate positions, sensitive to weight adjustments. The findings confirm that diversification and just transition mechanisms enhance collective security, but do not fully eliminate distributive imbalances. The study contributes to the literature by bridging energy security and energy justice, emphasising that the European transition is not only a climate and security project but also a cohesion policy. It argues that effective and legitimate EU energy policy must integrate redistributive mechanisms, resilient infrastructures, and reflexive governance, ensuring that the transition remains simultaneously strong, just, and sustainable.

Relacionadas