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MestradoMestrado em Estudos Internacionais

From stereotypes to realities: Understanding racial profiling and its consequences on identity in Sweden

Autor
Wiese, Matilde Fanny Ishow
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Suécia
Sweden
Racial profiling
Identity formation
Psychological impact
Perfil racial
Formação de Identidade
Impacto psicológico
Resumo
PT
Esta tese investiga a prevalência do perfilhamento racial no trabalho da polícia na Suécia e os seus efeitos na formação da identidade das minorias étnicas e raciais. À medida que a Suécia evolui para uma sociedade multicultural, as questões da discriminação, nomeadamente a caraterização racial, têm merecido uma atenção crescente. A investigação investiga as complexidades que envolvem a caraterização racial, não só examinando as dimensões legais e éticas da conduta policial, mas também se centrando nas suas ramificações sustentadas nas identidades das pessoas afetadas. Utilizando a análise de dados secundários de entrevistas qualitativas, este estudo sublinha a disjunção entre os princípios fundamentais da Lei da Polícia Sueca - como a legalidade, a objetividade e a igualdade - e a sua aplicação prática. A definição de perfis raciais surge como uma questão crítica que compromete tanto os valores democráticos da sociedade sueca como a dignidade das pessoas a ela sujeitas. A investigação examina a forma como os encontros repetidos com a caraterização racial criam consequências psicológicas e emocionais, conduzindo a um sentimento de alienação, à diminuição da autoestima e à interiorização de estereótipos negativos. Esses encontros influenciam não só a auto-perceção do indivíduo, mas também contribuem para a fragmentação da identidade, criando barreiras duradouras à participação equitativa na vida social, económica e cívica. Baseando-se em conceitos como a “dupla consciência” de Do Bois e as noções de valor de Lamont, o projeto revela a forma como o perfil racial força os indivíduos a negarem o seu valor.
EN
This thesis investigates the prevalence of racial profiling within police work in Sweden and its effects on identity formation among ethnic and racial minorities. As Sweden has evolved into a multicultural society, issues of discrimination, particularly racial profiling, have received growing attention. The research inquiries into the complexities surrounding racial profiling, not only examining the legal and ethical dimensions of police conduct, but also focusing on its sustained ramification on the identities of those affected. Using secondary data analysis of qualitative interviews, this study underscores the disjunction between the Swedish Police Act’s core principles- such as legality, objectivity and equality- and their practical implementation. Racial profiling appears as a critical issue that compromises both the democratic values of Swedish society and the dignity of those subjected to it. The research examines how repeated encounters with racial profiling create psychological and emotional consequences, leading to a sense of alienation, diminished self-worth and the internalisation of negative stereotypes. Such encounters influence not only an individual’s self-perception but also contributes to identity fragmentation, creating lasting barriers to equal involvement in social, economic and civic life. Drawing on concepts such as Do Bois’ ‘doble consciousness’ and Lamont’s notions on worth, the project reveals how racial profiling forces individuals to negotiate multiple, often conflicting, identities. This negotiation provokes individuals to modify their behaviour, resulting in feelings of exhaustion, frustration and resentment. In some cases, this yields defensive behaviours, and grounded in labelling theory, engagement in criminal activity as a response to internalised labels and societal exclusion arising from racial profiling.

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