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MestradoMestrado em Psicologia Comunitária, Proteção de Crianças e Jovens em Risco

O papel da ocultação da orientação sexual, da aceitação parental, e da ligação à comunidade na saúde mental entre membros da população jovem LGBTQIA+

Autor
Caetano, João Pedro Ribeiro
Data de publicação
13 Dec 2024
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Saúde mental -- Mental health
Psicopatologia -- Psychopathology
Jovens adultos LGBTQIA+
Ocultação da orientação sexual
Aceitação parental
Ligação à comunidade
LGBTQIA+ young adults
Sexual orientation concealment
Parental acceptance
Resumo
PT
Apesar de o atual contexto político ser mais inclusivo dos direitos LGBTQIA+, o sofrimento psicológico ainda é muito expressivo nesta população. A título de exemplo, verifica-se uma alta prevalência, a nível mundial, de perturbações depressivas e de ansiedade entre as minorias sexuais. O objetivo do presente estudo consistiu em verificar o papel de três preditores (motivação para ocultar a orientação sexual; aceitação parental; e ligação à comunidade LGBTQIA+), localizados em diferentes níveis (intraindividual; familiar; e comunitário) na relação entre as experiências de stress minoritário e a saúde mental numa amostra de jovens adultos LGBTQIA+ (N = 174), em termos do sofrimento psicológico e do bem-estar. Efetuaram-se quatro regressões lineares. Não se verificou uma associação significativa entre ocultar a orientação sexual e o sofrimento psicológico e o bem-estar. Evidenciou-se uma associação negativa e significativa entre a aceitação parental e o sofrimento psicológico, bem como uma associação positiva e significativa entre a aceitação parental e o bem-estar. Em seguida, foi testado o papel moderador da ligação à comunidade nestas quatro associações. Verificou-se que um elevado nível de ligação à comunidade afetou significativamente a associação entre ocultar a orientação sexual e o sofrimento psicológico, e que um baixo nível de ligação à comunidade afetou significativamente a associação entre ocultar a orientação sexual e o bem-estar. Contudo, a ligação à comunidade não moderou a associação entre a aceitação e suporte parental e o sofrimento psicológico e o bem-estar. Finalmente, são apontadas algumas limitações e implicações do presente estudo, bem como direções para estudos futuros.
EN
Despite the current political context being more inclusive of LGBTQIA+ rights, psychological suffering is still very significant in this population. As an example, there is a high prevalence, worldwide, of depressive and anxiety disorders among sexual minorities. The aim of the present study was to verify the role of three predictors (sexual orientation concealment; parental acceptance; and community connectedness), located at different levels (intraindividual; family; and community) in the relationship between experiences of minority stress and mental health in a sample of LGBTQIA+ young adults (N = 174), in terms of psychological distress and well-being. Four linear regressions were performed. There was no significant association between sexual orientation concealment and psychological distress and well-being. A negative and significant association was evidenced between parental acceptance and psychological distress, as well as a positive and significant association between parental acceptance and well-being. Next, the moderating role of community connectedness in these four associations was tested. It was found that a high level of community connectedness significantly affected the association between sexual orientation concealment and psychological distress, and that a low level of community connectedness significantly affected the association between sexual orientation concealment and well-being. However, community connectedness did not moderate the association between parental acceptance and psychological distress and well-being. Finally, some limitations and implications of the present study are highlighted, as well as directions for future studies.

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