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MestradoMestrado em Políticas de Desenvolvimento dos Recursos Humanos

O impacto do Micromanagement no local de trabalho: Stress como consequência e efeitos na intenção de Turnover dos funcionários

Autor
Almeida, Joana Ribeiro
Acesso
Acesso restrito
Palavras-chave
Stress
Turnover intention
Intenção de turnover
Micromanagement
Resumo
PT
Este estudo investiga o impacto do micromanagement no ambiente de trabalho, com foco na relação entre esta manifestação de liderança tóxica, o stress e a intenção de turnover dos colaboradores. O micromanagement, caracterizado por controlo excessivo e supervisão minuciosa, tem sido associado a efeitos negativos na saúde mental e no bem-estar dos trabalhadores. A literatura demonstra que práticas controladoras elevam os níveis de stress, conduzindo à insatisfação, desmotivação e maior propensão a abandonar a organização. A fundamentação teórica destaca o stress como variável mediadora entre micromanagement e intenção de saída, apoiada por estudos que associam liderança tóxica à deterioração do clima organizacional. A metodologia adotada foi quantitativa, com questionários aplicados a colaboradores de diferentes organizações, recolhendo dados sobre perceções de liderança, níveis de stress e intenções de turnover. A análise estatística confirmou que o micromanagement influencia positivamente o stress, este atuando como mediador na decisão de abandonar a empresa. Os resultados revelam que uma liderança mais autónoma, baseada na confiança e respeito, pode reduzir o stress e, consequentemente, as intenções de rotatividade. A amostra foi composta por 257 colaboradores, maioritariamente entre os 35 e 54 anos, com predominância do sexo feminino (64%). Os dados confirmaram que o micromanagement aumenta o stress no trabalho e que o mesmo medeia a relação entre micromanagement e intenção de saída, validando as hipóteses propostas. Conclui-se que o micromanagement representa um risco para o bem-estar, promovendo uma cultura organizacional tóxica. Recomenda-se que as organizações adotem estilos de liderança mais flexíveis e orientados à autonomia.
EN
This study investigates the impact of micromanagement in the workplace, focusing on the relationship between this manifestation of toxic leadership, stress, and employees’ turnover intention. Micromanagement, characterized by excessive control and close supervision, has been associated with negative effects on workers’ mental health and well-being. The literature shows that controlling practices increase stress levels, leading to dissatisfaction, demotivation, and a higher likelihood of leaving the organization. The theoretical framework highlights stress as a mediating variable between micromanagement and the intention to leave, supported by studies linking toxic leadership to the deterioration of organizational climate. A quantitative methodology was adopted, with questionnaires administered to employees from various organizations, collecting data on perceptions of leadership, stress levels, and turnover intentions. Statistical analysis confirmed that micromanagement positively influences stress, which acts as a mediator in the decision to leave the company. The results reveal that a more autonomous leadership style, based on trust and respect, can reduce stress and, consequently, turnover intentions. The sample consisted of 257 employees, mostly aged between 35 and 54, with a predominance of female participants (64%). The data confirmed that micromanagement increases workplace stress and that stress mediates the relationship between micromanagement and the intention to leave, supporting the proposed hypotheses. It is concluded that micromanagement poses a risk to psychological well-being by promoting a toxic and unsustainable organizational culture. It is recommended that organizations adopt more flexible leadership styles focused on autonomy to foster healthier work environments and improve talent retention.

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