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MestradoMestrado em Gestão de Serviços de Saúde

A comunicação entre o cidadão migrante e as instituições de saúde em Portugal

Autor
Chermiti, Yasminne Ramalho
Data de publicação
27 Jan 2023
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Cuidados de saúde primários
Primary health care
Barriers
Barreiras
Comunicação -- Communication
Acesso
Access
Profissional de saúde -- Healthcare professional
Cidadão migrante
Migrant citizens
Resumo
PT
O objetivo deste estudo foi compreender como é estabelecida a comunicação entre os cidadãos migrantes e as instituições de saúde em Portugal. Para tal, foi desenvolvido um estudo compreensivo interpretativo com base em dois blocos temáticos: acesso aos cuidados de saúde primários e questões da língua e integração sociocultural. Foi possível verificar que os cidadãos migrantes sentem a existência de limitações no acesso aos cuidados, desde a questão da barreira linguística, até aos longos tempos de espera e dificuldade em agendar consultas com Médicos Especialistas. Os profissionais de saúde consideram igualmente que existem alguns constrangimentos, desde a carência de recursos humanos especializados, falta de infraestruturas e incentivos por parte do Sistema Nacional de Saúde. Algumas sugestões de melhoria apresentadas consistiram em aumentar o volume de horas dedicado ao atendimento em cuidados de saúde primários no Centro de Acolhimento para Refugiados, investir em recursos humanos com formação específica, em infraestruturas mais inclusivas e em intérpretes para facilitar a comunicação ao longo de todo o processo de acesso aos cuidados de saúde.
EN
The goal of this study was to understand how communication is established between migrant citizens and health care institutions in Portugal. To this end, a comprehensive interpretive study was developed based on two thematic blocks: access to primary health care and language issues and sociocultural integration. It was possible to verify that the interviewed citizens refer that they feel there are limitations in access to care, from the language barrier issue to the long waiting times and difficulty in scheduling appointments with Specialists. Health professionals also consider that there are some constraints, from the lack of specialized human resources, until lack of infrastructure and incentives from the National Health System. Some suggestions for improvement were to increase the number of hours dedicated to primary health care in the Refugee Reception Center, to invest in human resources with specific training, in more inclusive infrastructures and in interpreters to facilitate communication throughout the whole process of access to health care.

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