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MestradoMestrado em Psicologia Social e das Organizações

Prevalência de doenças crónicas em estudantes universitários Portugueses: Relações com saúde percecionada e fatores de risco e proteção

Autor
Ferreira, Cláudia Filipa Trindade
Data de publicação
10 Mar 2025
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Estudantes universitários
University students
Saúde mental -- Mental health
Doença crónica -- Chronic disease
Saúde física
Physical health
Resumo
PT
As doenças crónicas são patologias de longa duração. São condições que têm de ser monitorizadas regularmente e não são curáveis. Cerca de 10 a 20% dos adolescentes em todo o mundo vivem com uma condição crónica. Estima-se que 30% dos estudantes universitários têm doenças crónicas e que estas têm um impacto em três domínios: o funcionamento psicológico, social e académico. O presente estudo teve como primeiro objetivo explorar a prevalência das doenças crónicas numa amostra de estudantes universitários. Trata-se de um estudo de carácter descritivo e exploratório que visou, em segundo lugar, avaliar a associação entre experiências de doenças crónicas, seja ela física e/ou mental, e diversos indicadores de saúde, nomeadamente a ansiedade, depressão, satisfação com a vida e saúde percecionada bem como fatores de risco/proteção (solidão, bem-estar psicológica, consequências da saúde física no trabalho, dor percecionada e interferência na dor no trabalho). Este foi um estudo com um desenho transversal e correlacional. Participaram neste estudo 740 estudantes do Iscte-Instituto Universitário de Lisboa (71,5%feminino; 27,6% masculino). Os participantes responderam a um questionário em formato online no âmbito do projeto Resilient@Uni, uma iniciativa do Iscte-Saúde. Os resultados indicam que estudantes diagnosticados com doença mental, ou com uma combinação de diagnóstico de doença física e mental, apresentam níveis significativamente mais altos de ansiedade, depressão e solidão, bem como uma menor satisfação com a vida e pior bem-estar psicológico. Em contraste, os estudantes sem doenças diagnosticadas ou apenas com doenças físicas reportaram menores níveis de sofrimento psicológico e maior qualidade de vida.
EN
Chronic illnesses are long-term conditions. They are conditions that must be regularly monitored and are not curable. Approximately 10 to 20% of adolescents worldwide live with a chronic condition. It is estimated that 30% of university students have chronic illnesses, impacting three areas: psychological, social, and academic functioning. The primary aim of the present study was to explore the prevalence of chronic illnesses in a sample of university students. This is a descriptive and exploratory study, which secondly aimed to evaluate the association between experiences of chronic illnesses, whether physical and/or mental, and various health indicators, namely anxiety, depression, life satisfaction, and perceived health, as well as risk/protective factors (loneliness, psychological well-being, consequences of physical health on work, perceived pain, and pain interference with work). This was a cross-sectional and correlational study. A total of 740 students from Iscte – University Institute of Lisbon participated in the study (71.5% female; 27.6% male). Participants responded to an online questionnaire as part of the Resilient@Uni project, an initiative of Iscte-Health. The results indicate that students diagnosed with mental illness, or with a combination of physical and mental illness diagnoses, show significantly higher levels of anxiety, depression, and loneliness, as well as lower life satisfaction and poorer psychological well-being. In contrast, students without diagnosed illnesses or only with physical illnesses reported lower levels of psychological distress and a higher quality of life.

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