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MestradoMestrado em Educação e Sociedade

Ser criança e ser refugiada: vivências, identidades e culturas infantis em um jardim da infância - o ponto de vista das crianças

Autor
Rampazo, Gabriela Cavalcante
Acesso
Acesso livre
Palavras-chave
Criança
Antropologia da infância
educação
education
Infância
Sociologia da infância
Sociology of childhood
Childhood
Child
Anthropology of childhood
Culturas infantis
Children's cultures
Resumo
PT
À luz da Sociologia e da Antropologia da Infância, o presente trabalho analisou vivências e interações a partir do ponto de crianças que viveram processos de fuga e frequentam a creche do Espaço A Criança, entendendo-as como sujeitos sociais e produtoras de cultura. A partir de observação participante, observei como esse grupo de crianças vivencia processos educativos, culturas e a construção de novas identidades, como membros de um novo grupo. Sendo assim, coletei os dados observados em meu Caderno de Campo, para posteriormente analisá-los e interpretá-los. Após minha análise de dados foi possível concluir que, apesar do discurso de multiculturalidade, a instituição opera na lógica escolar, ou seja, não há espaço para a subjetividade, o foco está na homogeneização. Apesar disso, as crianças, ainda que muito pequenas, se apropriam de certas regras tácitas na instituição e transgridem a ordem vigente.
EN
Through the Sociology and Anthropology of Childhood, the present work analyzed the experiences and interactions of these children who lived escape processes - from their point of view - and attend the space of the "Espaço A Criança" , understanding them as sociocultural person and producers of culture, trying to identify their education process and experience, identity, cultures and new identity construction as members of a new group. Therefore, I collected the data observed in my field notebook and then analyze and interpret them. After my data analysis it was possible to conclude that, despite the discourse of multiculturalism, the institution operates on the school logic, there is no room for subjectivity, the focus is on homogenization. Despite this, children, however small, appropriate certain unspoken rules in the institution and violate the current order.

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