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A tecnologia é um instrumento de que se deve tirar partido, mas colocando-o ao serviço das pessoas. É o que Catarina Ferreira da Silva, investigadora do Iscte, defende para cidades mais resilientes. 2Parto do princípio que as tecnologias não servem para nada se não tivermos em conta a sua usabilidade no melhor interesse, neste caso, de quem vive na cidade, de quem lá trabalha ou de quem a visita. As cidades só existem porque existem pessoas”, diz.